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Terceira Onda (Alvin Toffler). O objetivo principal do trabalho meu e de minha mulher, Dra. Heidi Toffler, nos últimos trinta anos, tem sido tentar compreender o . PDF - A terceira onda. Primeiro foi a revolução agrícola. Depois foi a revolução industrial. Para Alvin Toffler, a terceira onda econômica sepultará o. ALVIN TOFFLER () ñ Escritor futurista americano ñ O Choque do Futuro ( ) e A Terceira Onda () – discussão sobre as.

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Como j mencionamos, so mltiplos e heterogneos, complexos e interatuantes, Enfim, a medida que a revoluo tecnolgica, cientfica e econmica segue seu caminho explosivo, ocorrem cada vez menos as necessidades de padronizao, sincronizao, etc. Bowl restaurante bogota. ISBN Os alimentos transgênicos podem ser tomados como paradigmas da Quarta Onda. Sincronizao; Num sistema independente do mercado marketdependent , seja este livre ou planificado, tempo dinheiro. Toffler, The third wave Londres: Pan Books, , p. Você pode assistir e compartilhar livremente este curso, fundamental na atual conjuntura nacional e internacional. Zoll- und Steuerlager 24b UStG Assim, a figura do prosumer e a eletric cottage se tornam exemplos desta nova realidade, da mudana; o ncleo familiar, descaracterizado e desestruturado pela sociedade industrial, com o emprego das novas tecnologias, consegue ser econmica e culturalmente autnomo novamente, auto-suficiente e no mais marketdependent, e ao mesmo tempo ligado On-line com o mundo inteiro. Defronte a uma onda de itens de usar e. Legendado a baixar livros a meta livro gratis a cabana o livro. A proposta do presente livro é apontar uma saída para o desespero do dia-a-dia, num balanço otimista das potencialidades d o homem. Daniel Katun Silva. Desportivo atizapan de zaragoza eventos. Alvin Toffler: Na Primeira Onda. Nas estruturas industrializadas a produo de massa requer necessariamente a padronizao dos produtos e portanto dos processos produtivos, mas tambm dos mercados, dos preos, das estruturas distribuidoras, do gosto dos consumidores, das moedas, etc. A linguagem aqui é para quem justamente nunca teve uma aula sobre dinheiro, sobre como funciona este curioso mecanismo em que se gera uma distância crescente entre quem produz e quem ganha. Alvin Toffler, lista de livros: Envio em aps confirmao do pagamento mais prazo de entrega dos Correios. Desse modo de trabalhar at as atividades econmicas, sociais e culturais desenvolvida pelos ncleos familiares, da exploso das formas individuais de criao e fruio da arte s transformaes tecnolgicas que caracterizaro a third wave, ao arranjo territorial e ao no-papel das instituies.

PDF - A terceira onda. Primeiro foi a revolução agrícola. Depois foi a revolução industrial. Para Alvin Toffler, a terceira onda econômica sepultará o. ALVIN TOFFLER () ñ Escritor futurista americano ñ O Choque do Futuro ( ) e A Terceira Onda () – discussão sobre as. Baixe no formato PDF ou leia online no Scribd. Resumidamente do livro de Alvin Toffler terceira onda para mais imediato possível causo. Baixar Livro A. Livros: Terceira Onda, A - ALVIN TOFFLER: Primeiro foi a revolução agrícola. TXT Baixar A Terceira Onda Sua pesquisa a terceira onda PDF não encontrou. Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia online no Scribd. Sinalizar por . Revoluo Tecnolgica, ou com se refere o autor, Terceira Onda, no fica limitada como relato, resumo, do que trata a obra de Alvin Toffler, passamos a expor de forma . Em meu livro anterior, Future shock, observei como as grandes organizaes.

Hoje comeamos a compreender que nem grande e nem pequeno so intrinsecamente belos, mas que dimenses adequadas, associadas a uma combinao inteligente de grande e pequeno, so a melhor forma.

Agora, com o impulso dos novos princpios e comeando aplic-los em seu conjunto, somos necessariamente impelidos para tipos de organizao absolutamente novos. Essas organizaes da third wave tm uma hierarquia achatada, com o topo menor.

Constituem-se de pequenas unidades componentes, ligadas por configuraes temporais. Cada um desses componentes tem suas relaes com o ambiente externo, tem, por assim dizer, a sua poltica externa, que pode manter sem precisar necessariamente passar pelo centro [ Termos como matriz ou ad hoc so inadequados. Vrios tericos sugeriram expresses diversas.

Um publicitrio, Lester Wunderman, falou de grupos de conjunto, que atuam como comandos intelectuais que [ Tony Judge, um dos nosso mais brilhantes tericos das organizaes,escreveu muito sobre o carter de network dessas organizaes emergentes do futuro,ressaltando entre outras coisas que essas networks no so coordenadas por ningum, mas se coordenam por si mesmas, e assim se pode falar de autocoordenao.

Em outro lugar ele as descreveu nos termos dos princpios da tensegrity temporalidade de Buckminster Fuller.

Quaisquer que sejam os termos usados, indiscutvel que est chegando algo revolucionrio. Estamos participando no apenas do nascimento de novas formas de organizao como tambm do nascimento de uma nova civilizao. Um novo cdigo est tomando forma, um conjunto de princpios prprios da Third Wave, regras novas, fundamentais para a sobrevivncia social.

Assim, a figura do prosumer e a eletric cottage se tornam exemplos desta nova realidade, da mudana; o ncleo familiar, descaracterizado e desestruturado pela sociedade industrial, com o emprego das novas tecnologias, consegue ser econmica e culturalmente autnomo novamente, auto-suficiente e no mais marketdependent, e ao mesmo tempo ligado On-line com o mundo inteiro. Concluindo a desmassificao e a descentralizao das estruturas econmicas, tecnolgicas, energticas, culturais, psicolgicas e polticas, com perda da significao e sincronia espacial e temporal, da desespecializao das funes, atividades, cargos, etc.

A atividade cerebral domina a sociedade do conhecimento, a atual, intrinsecamente ligada revoluo tecnolgica e da informao, sendo o computador o seu smbolo mais marcante. Desta forma sintetizamos sua obra. Conclui-se da obra que o autor pretende despertar uma nova viso e que os pesquisadores passem para uma abordagem mais participativa, avaliando e inserindo-se, sendo Ator, da pesquisa por ele desenvolvida, pois, o pesquisador tambm faz parte da realidade pesquisada. Buscando que a pesquisa em educao produza resultados, que apontem as solues necessrias aos problemas existentes nas reas do ensino, despertando igualmente uma postura critica, participativa, atuante do pesquisador, e que o mesmo faa uso de toda sua inteligncia, habilidade tcnica e paixo no aprimoramento, amplitude dos resultados a que se destina a pesquisa educacional.

A partir dos dedutivos, intuitivos, no qual avalia atravs de consultas bibliogrficas, evoluo scio poltica econmica e cultural da humanidade e de suas constantes e permanentes necessidades de evoluo, adota o mtodo das chamadas escolas participativas, teoria a qual defende sua ampla aplicao, bem como, a necessidade de seu aprimoramento constante de suas percepes e avaliaes. Concluindo que esta revoluo, que vivemos atualmente, tem trazido enormes contribuies para o pensamento humano.

A qual apareceu para o mundo com o advento da criao do computador. A partir da o conhecimento humano em todas as suas reas jamais ser o mesmo, sendo como se ele tivesse ultrapassado uma barreira e a partir de agora a velocidade e a quantidade de informaes disponveis ao ser humano nunca ser a mesma.

Avaliamos que a principal contribuio da obra apresentada o despertar dos pesquisadores e dos profissionais das mais diversas reas, inclusive da administrao para uma viso e necessidade de uma abordagem, mais complexa, que busque uma interao maior destes profissionais a realidade existente do mundo atual globalizado, influenciado diretamente pelos fatores da revoluo tecnolgica, e conseqentemente das mudanas comportamentais da sociedade e do Homem visto tais evolues e revolues, e que sua pesquisa venha refletir a realidade ftica dos acontecimentos dentro dos contextos sociais, polticos e histrico, buscando solues aos problemas crescentes que apresentam o mundo atual, o Homem em seu novo papel, dentre todas estas atividades.

Dentro da rea administrativa, destaca-se o deslocamento de eixos, quanto as responsabilidades, diviso de tarefas, e mesmo estrutura de trabalho, onde como bem destacado em sua Terceira Onda as desestruturaes criadas com relao ao tempo e do espao de trabalho e no trabalho, bem como, a necessidade dos.

Desperta inegavelmente os estudiosos das mais diversas reas, para uma nova realidade em da evoluo social, notadamente pela revoluo tecnolgica, em seus diversos setores do social ao econmico, do poltico ao cultural etc. Contribui, portanto, ao despertar dessa nova filosofia e enfoque das mudanas e revolues sociais pelas quais estamos passando, atravs de uma viso nova e original, atravs de seu enfoque pessoal e metfora prpria, expe de forma simples, a necessidade de reavaliarmos a nossa postura que vnhamos adotando pelo nosso desenvolvimento de at ento, demonstrando a grande necessidade de uma maior interao do da sociedade em seus diversos nveis em respeito a individualidades inerentes a humanidade e seus indivduos, com o objeto e com o que se prope, finalidade, a que se destina a sua pesquisa e o conhecimento acumulados e que dispe a disseminar para as novas realidades da evoluo humana.

Expe sua obra de forma didtica, digamos clssica, porm de forma simples, objetiva e coerente. Sistematizada concisamente, em equilbrio dispondo as partes de forma seqncia facilitando a compreenso do texto e contedo como um todo. Dirigida ao pblico em geral, das mais diversas reas do conhecimento, mas notadamente de grande contribuio aqueles que se dedicam ao estuda da administrao e dos caminhos a serem seguidos pelas corporaes, como aqueles que desenvolvem pesquisas em outros campos correlatos, igualmente aqueles integrantes de cursos de graduao voltadas as reas das Cincias Humanas de forma abrangente e do comportamento humano.

Alvin Toffler, considera as mudanas como causadas por uma multiplicidade heterogenea de variaveis, tratando-se em todos os seus aspectos do cotidiano ao politico, do economico ao psicologico, do antropologico ao sociologico. Tentaremos assim, uma sintese de sua obra. Portanto a anlise da mudana deve forosamente levar em considerao todos esses aspectos mltiplos e variaveis, uma vez que seria impossvel compreender a dinmica da mudana partindo de um nico fator ou de apenas um grupo de fatores.

De um arranjo social que via o mundo de cada comunidade fechado em si mesmo, autosuficiente, onde produo e consumo coincidiam, fundamentado no ncleo familiar com entidade de referncia econmica-scio-psico-histrica-cultural estvel no espao e no tempo, para um arranjo composto de uma combinao dos mesmos elementos configurados segundo um projeto que, em muitos sentidos, podemos considerar diametralmente oposto.

Em sntese uma srie de fenmenos acompanhou, determinou e foi determinada pela mudana, fenmeno que Toffler sintetiza em: - padronizao, - especializao, - sincronizao, - concentrao, - maximizao, - centralizao, e que envolveram quatro esferas principais: tecnolgica, econmica, social e psicocultural.

Uma vez que exatamente nos comentrios tecidos por Toffler a esse. A distncia que separa a padronizao na sociedade industrial da despadronizao na rural indica perfeitamente quanto a transio do rural para o industrial modificou os arranjos sociais.

Nas estruturas industrializadas a produo de massa requer necessariamente a padronizao dos produtos e portanto dos processos produtivos, mas tambm dos mercados e dos preos, das estruturas distribuidoras, do gosto dos consumidores, das moedas, etc. A partir do taylorismo toda a atividade produtiva foi definida por este mandamento: subdividir as operaes produtivas no maior nmero possvel de operaes obtidas individualmente em seqncia, para realizar o mximo de especializao por parte dos indivduos incumbidos das operaes parceladas.

Uma prtica, o taylorismo, que por suas vantagens produtivas explcitas no sentido industrial invadiu tambm as estruturas produtivas dos pases socialistas, tornando-se o sistema de produo dominante. Mas a especializao se desenvolveu tambm como diviso do trabalho fora dos agregados produtivos: da diviso do trabalho nas empresas s divises profissionais, polticas at a atividade poltica foi considerada uma profisso sujeita a especializao , comerciais, etc.

Num sistema independente do mercado market-dependent , seja este livre ou planificado, tempo dinheiro. Tambm nas sociedades industrializadas socialistas toda a atividade, direta ou indiretamente econmica, produtiva ou de consumo, desenvolvida em tempo de trabalho ou em tempo livre, deve se submeter ao vnculo da sincronizao.

LIÇÕES DE ALVIN TOFFLER » Milton Pereira

Desde aquela que podemos definir como micro sincronizao das operaes de trabalho de uma cadeia de montagem at a macro-sincronizao das instituies totais ou no , toda a sociedade industrial medida, valorizada e determinada pela escanso do tempo. No mundo industrial milhes de homens comeam e determinam sua jornada de trabalho no mesmo momento, comem, jogam, e fruem espetculos segundo uma cadncia temporal definida e sincronizada.

Milhes de crianas comeam e terminam seus estudos no mesmo perodo. Nos Estados Unidos, na Unio Sovitica, em Singapura e na Sucia, na Frana e na Dinamarca, na Alemanha e no japo, milhes de famlias cumprem as mesmas atividades no mesmo instante e programam diariamente sua vida de trabalho, sua vida familiar e seu tempo livre com uma sincronizao que na first wave era absolutamente impensvel.

Da concentrao dos recursos energticos e tecnolgicos necessria explorao do petrleo, passando pela concentrao dos recursos financeiros como principal motor do progresso, e chegando at o fenmeno do urbanismo e das megalpoles, toda a second wave dominada por essa caracterstica, que se entendem tambm como princpio absoluto de regulamentao do comportamento, dos movimentos e das instituies At os administradores socialistas se convenceram da necessidade da concentrao: produtiva, sindical, cultural, territorial e econmica.

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Uma vez que as dimenses so um indicador de sucesso, muitos governos, industrias e outras organizaes perseguiram freneticamente o ideal do desenvolvimento at lev-lo a se tornar um imperativo cultural. Um exemplo disso o coro que trabalhadores e gerentes entoam diariamente na Matsushita. A THIRD WAVE Se tais caractersticas distinguem a sociedade industrializada da rural, a partir dessas mesmas consideraes possvel compreender a transio para a sociedade psindustrial, e portanto os elementos que a caracterizam.

Como a primeira aproximao podemos considerar que, se h qualquer semelhana entre as diferentes formas sociais, esta evidente mais no confronto entre a first wave e a third wave do que entre a sociedade industrial e a ps-industrial, pela qual a second wave pode ser considerada um parntese na evoluo histrica do homem. Assim, a sociedade ps-industrial se caracteriza, graas as revolues que ainda hoje esto envolvendo o mundo tecnolgico, das informaes e cultural, como uma sociedade no mais dominada pelos imperativos do desenvolvimento econmico, do gigantismo, da concentrao, da massificao, etc.

Como j mencionamos, so mltiplos e heterogneos, complexos e interatuantes, Enfim, a medida que a revoluo tecnolgica, cientfica e econmica segue seu caminho explosivo, ocorrem cada vez menos as necessidades de padronizao, sincronizao, etc.

Fenmenos como a moda, o consumo em massa de filmes, da msica, da arte em geral, assim como dos bens de consumo primrios, se liberariam das constries normatizantes e. Mas at os partidos de massa, os sindicatos, todas as instituies ideolgicas que desenvolvem seus programas polticos padronizando a realidade, reduzindo-a a um modelo mdio no qual vo se basear para elaborar esse programa, se tornariam cada vez menos eficazes na interpretao das necessidades dos indivduos: quanto mais estes perdem os condicionamentos exigidos pela sociedade industrial, isto , quanto mais se liberam dos condicionamentos do mercado, da distino essencialmente industrial entre produtor e consumidor, tanto mais suas necessidades de desmassificam e no podem mais ser satisfeitas pelas atividades programticas das instituies de massa.

Assim os textos de Toffler esto cheios de exemplos do que teoricamente poderia ser o arranjo real da sociedade ps-industrial. Desse modo de trabalhar at as atividades econmicas, sociais e culturais desenvolvida pelos ncleos familiares, da exploso das formas individuais de criao e fruio da arte s transformaes tecnolgicas que caracterizaro a third wave, ao arranjo territorial e ao no-papel das instituies. Naturalmente no possvel reassumilas todas. Isso significa que todos os canais de.

Em meu livro anterior, Future shock, observei como as grandes organizaes formavam em grau cada vez maior unidades temporais, como as task forces, as comisses interdepartamentais e os grupos de projeto, e criei para esse fenmeno a expresso ad-hocracy o contrrio de bureaucracy e portanto sinnimo de poder no estruturado de modo rgido.

Mas no apenas o arranjo interno das organizaes que sofre profundas modificaes. As grandes empresas esto agora procurando ativamente modos de reduzir as dimenses de suas unidades de funcionamento. Na Austrlia, quando pedi ao presidente de uma companhia automobilstica que descrevesse a fbrica de automveis do futuro, ele, falando com extrema convico, me disse: No construirei outro estabelecimento como esse, onde sob o mesmo teto.

Desse modo possvel projetar algumas das caractersticas da organizao do futuro. Vimos anteriormente que quando todos os princpios da second wave foram aplicados organizao o que resultou foi uma burocracia industrial clssica: uma organizao gigantesca, hierrquica, permanente, vertical e complexa, bem projetada para fabricar produtos em srie ou para tomar decises repetitivas num ambiente completamente estvel.

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Assim, a figura do prosumer e a eletric cottage se tornam exemplos desta nova realidade, da mudana; o ncleo familiar, descaracterizado e desestruturado pela sociedade industrial, com o emprego das novas tecnologias, consegue ser econmica e culturalmente autnomo novamente, auto-suficiente e no mais market-dependent, e ao mesmo tempo ligado On-line com o mundo inteiro.

Eixo Principal: Ocupao e uso da terra. Caractersticas: Sociedade de pequenos grupos primrios e local; Distribuio pelo territrio; Alto grau de autonomia e auto-suficincia; Comunidade fechada em si mesma; Coincidncia entre produo e consumo; Fundado no Ncleo Familiar - Referncia econmica, scio, psico, histrica, cultural - estvel no espao e no tempo. Aproximao, semelhana, com a First Wave, sociedade rural, que encontra sua razo de ser e de se transformar: No Ncleo Familiar;. Na produo para consumo prprio; Na desestruturao do tempo e do espao de trabalho e de no-trabalho lazer ; Na desmassificao da cultura; No individualismo psicolgico e cultural; Uma nova civilizao est emergindo em nossas vidas [ Fragmentos dessa nova civilizao j existem hoje.

Milhes de homens j esto ordenando sua vida pelos ritmos de amanh. Outros, aterrorizados com o futuro, se desesperam e futilmente refugiam-se no passado, procurando restaurar aquele velho mundo que lhes d segurana.

Leia de graça por 30 dias. A Terceira Onda. Títulos relacionados. Devagar a gente vai construindo algo. Qual modelo de sociabilidade queremos garantir? A do trabalho subsumido pelo capital? Mesmo a web 2. A humanidade quer continuar aumentando e melhorando o seu consumo. A TI propiciou o surgimento de diversos novos produtos, que se transformaram em objeto preferencial de desejo, como o telefone celular.

Agora com a paranoia, beirando à histeria ambiental, os consumidores começam a qualificar o seu consumo, buscando avaliar o impacto do mesmo sobre o aquecimento global. Os alimentos transgênicos podem ser tomados como paradigmas da Quarta Onda. Publicado originalmente aqui.

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Postado por gilberto tedeia às Ensino TGA e falamos das 3 ondas e da quebra de paradgmas, esse texto vai me ajudar a fechar a disciplina. Você escreve o que te pedem. Obrigado, mídia corporativa. Leia de graça por 30 dias. Títulos relacionados. Anterior no carrossel Próximo no carrossel. Resumo José Serra Ciclos econômicos da econômica brasileira do pós-guerra. Pesquisar no documento. Uma onda que retoma à primeira, para refazer o caminho.

A primeira onda é extrativa. Documentos semelhantes a wealth. Evandro Guilherme Miguel. Aline Queiroz. Guilherme Pigato Paes. Eduardo Santos. Tambm nas sociedades industrializadas socialistas toda a atividade, direta ou indiretamente econmica, produtiva ou de consumo, desenvolvida em tempo de trabalho ou em tempo livre, deve se submeter ao vnculo da sincronizao.

Desde aquela que podemos definir como micro sincronizao das operaes de trabalho de uma cadeia de montagem at a macro-sincronizao das instituies totais ou no , toda a sociedade industrial medida, valorizada e determinada pela escanso do tempo. No mundo industrial milhes de homens comeam e determinam sua jornada de trabalho no mesmo momento, comem, jogam, e fruem espetculos segundo uma cadncia temporal definida e sincronizada. Milhes de crianas comeam e terminam seus estudos no mesmo perodo.

Nos Estados Unidos, na Unio Sovitica, em Singapura e na Sucia, na Frana e na Dinamarca, na Alemanha e no japo, milhes de famlias cumprem as mesmas atividades no mesmo instante e programam diariamente sua vida de trabalho, sua vida familiar e seu tempo livre com uma sincronizao que na first wave era absolutamente impensvel. Da concentrao dos recursos energticos e tecnolgicos necessria explorao do petrleo, passando pela concentrao dos recursos financeiros como principal motor do progresso, e chegando at o fenmeno do urbanismo e das megalpoles, toda a second wave dominada por essa caracterstica, que se entendem tambm como princpio absoluto de regulamentao do comportamento, dos movimentos e das instituies At os administradores socialistas se convenceram da necessidade da concentrao: produtiva, sindical, cultural, territorial e econmica.

Uma vez que as dimenses so um indicador de sucesso, muitos governos, industrias e outras organizaes perseguiram freneticamente o ideal do desenvolvimento at lev-lo a se tornar um imperativo cultural. Um exemplo disso o coro que trabalhadores e gerentes entoam diariamente na Matsushita. A THIRD WAVE Se tais caractersticas distinguem a sociedade industrializada da rural, a partir dessas mesmas consideraes possvel compreender a transio para a sociedade psindustrial, e portanto os elementos que a caracterizam.

Como a primeira aproximao podemos considerar que, se h qualquer semelhana entre as diferentes formas sociais, esta evidente mais no confronto entre a first wave e a third wave do que entre a sociedade industrial e a ps-industrial, pela qual a second wave pode ser considerada um parntese na evoluo histrica do homem. Assim, a sociedade ps-industrial se caracteriza, graas as revolues que ainda hoje esto envolvendo o mundo tecnolgico, das informaes e cultural, como uma sociedade no mais dominada pelos imperativos do desenvolvimento econmico, do gigantismo, da concentrao, da massificao, etc.

Como j mencionamos, so mltiplos e heterogneos, complexos e interatuantes, Enfim, a medida que a revoluo tecnolgica, cientfica e econmica segue seu caminho explosivo, ocorrem cada vez menos as necessidades de padronizao, sincronizao, etc. Fenmenos como a moda, o consumo em massa de filmes, da msica, da arte em geral, assim como dos bens de consumo primrios, se liberariam das constries normatizantes e.

Mas at os partidos de massa, os sindicatos, todas as instituies ideolgicas que desenvolvem seus programas polticos padronizando a realidade, reduzindo-a a um modelo mdio no qual vo se basear para elaborar esse programa, se tornariam cada vez menos eficazes na interpretao das necessidades dos indivduos: quanto mais estes perdem os condicionamentos exigidos pela sociedade industrial, isto , quanto mais se liberam dos condicionamentos do mercado, da distino essencialmente industrial entre produtor e consumidor, tanto mais suas necessidades de desmassificam e no podem mais ser satisfeitas pelas atividades programticas das instituies de massa.

Assim os textos de Toffler esto cheios de exemplos do que teoricamente poderia ser o arranjo real da sociedade ps-industrial. Desse modo de trabalhar at as atividades econmicas, sociais e culturais desenvolvida pelos ncleos familiares, da exploso das formas individuais de criao e fruio da arte s transformaes tecnolgicas que caracterizaro a third wave, ao arranjo territorial e ao no-papel das instituies. Naturalmente no possvel reassumilas todas. Isso significa que todos os canais de. Em meu livro anterior, Future shock, observei como as grandes organizaes formavam em grau cada vez maior unidades temporais, como as task forces, as comisses interdepartamentais e os grupos de projeto, e criei para esse fenmeno a expresso ad-hocracy o contrrio de bureaucracy e portanto sinnimo de poder no estruturado de modo rgido.

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Aproximao, semelhana, com a First Wave, sociedade rural, que encontra sua razo de ser e de se transformar: No Ncleo Familiar;. Na produo para consumo prprio; Na desestruturao do tempo e do espao de trabalho e de no-trabalho lazer ; Na desmassificao da cultura; No individualismo psicolgico e cultural; Uma nova civilizao est emergindo em nossas vidas [ Fragmentos dessa nova civilizao j existem hoje.

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