BAIXAR SEITAS E HERESIAS LIVRO


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Babel, fonte de inspiração das seitas falsas e heresias em todos os tempos os melhores livros escritos sobre seitas Imediatamente depois deste . seitas e heresias cpad. visualizações. Compartilhar; Gostei; Baixar. Categoria: Apologética. Livro: Seitas e Heresias. páginas. Sinopse. Heresia deriva da palavra grega háiresis e significa: “escolha”, “seleção”, “preferência”. No que a Bíblia difere das principais crenças do mundo? Neste livro, o leitor poderá conhecer os dogmas e crenças do Catolicismo, do Espiritismo, do A.

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El Evangelio del Reino — George E. O monge m orreu no meio do cam inho, em Chipre, e Rosenkreuz fo i deixado sozinho. GIL, A. Como bem nos assegura Nascimento , uma seita é identificada, em geral, por aquilo que ela prega a respeito dos seguintes assuntos: A Bíblia Sagrada, A Pessoa de Deus, A queda do homem, O pecado, A Pessoa e a obra de Cristo. Aps a m orte de Maom , os q u a tro prim eiros c a li fas sucessores de Maom expandiram o islo. No H indusm o, o estudo dos Vedas no de m uita im portncia, exceto em algumas escolas filo sficas. O Deus da B blia c o n tin u a a ser " 0 Deus Z e lo so " que no consente ser representado p o r imagens e concepes falsas que lhe so abom inveis. Suas razes so muito remotas e pode-se consider-ia como um produto de duas outras religies: Vedismo e Bramanismo. O nosso fu tu ro incerto, a B blia falvel e Deus um Pai universal, de todos, logo, por criao somos todos seus filh o s, tendo nossa felicidade garantida. Fatos e lucidez demolem a medicina vodu da Homeopatia, Hahnemann, vibrações do manipulante, energia cósmica de moléculas ausentes, etc. Oferea a li mentos a Zabala. Na sua juventude, Confcio manteve uma entrevista com Lao-Ts, fundador do Taosmo. A M aonaria organizada em Ritos, sendo estes divid id o s em graus. A salvao consiste na liberao desse ciclo e na fuso fin a l com a d iv in dade. Chegou a c o n s titu ir um m o v im e n to in flu e n te na alta sociedade de Bengala. Rebate doutrinas do sono da alma, aniquilacionismo, mortalismo, adventismo do sétimo dia, sabatismo, etc. A palavra "apócrifo", literalmente, significa "oculto". VIII Início do culto das imagens e das relíquias.

Categoria: Apologética. Livro: Seitas e Heresias. páginas. Sinopse. Heresia deriva da palavra grega háiresis e significa: “escolha”, “seleção”, “preferência”. No que a Bíblia difere das principais crenças do mundo? Neste livro, o leitor poderá conhecer os dogmas e crenças do Catolicismo, do Espiritismo, do A. E-books Gospel RAIMUNDO DE OLIVEIRA SEITAS E HERESIAS Um sinal Para maiores informações sobre livros, revistas. Seitas e Heresias eBook: Raimundo de Oliveira: gilles-gauthier.info: Loja Kindle. Devido ao tamanho do arquivo, o download deste livro poderá ser mais. Veja grátis o arquivo seitas e heresias cpad raimundo de oliveira enviado para a e, se gostar, abençoe autores, editoras e livrarias, adquirindo os livros.

Fora d ito ao rei Suddhodana5 que, se ele quisesse evitar o filh o o abandonasse, devia isol-lo do m undo e 3 II C o rin tio s 5. Um pouco d ifc il imaginar com o teria conseguido fazer isso e ao mesmo tem po, educ-lo para governar. Em to d o caso, essas medidas no adiantaram. Sidarta, acompanhado de seu escudeiro-cocheiro Xanna, fez quatro passeios sucessivos. No p rim e iro , viu um velho enrugado, tr m ulo, apoiado a uma bengala.

E a mesma coisa aconteceu quando Sidarta encontrou um enterro e um doente coberto de chagas. Dessa fo rm a , Sidarta conheceu a dor, a m orte e o tem po que tu d o consome. Mas, no q u a rto passeio, avistou um homem com uma magreza espantosa, nu, possuindo apenas uma tigela de esmolas, que e n tre ta n to , tin h a o olhar sereno de um vencedor. Era um monge asceta, um homem que ven cera a dor, a m orte e a angstia em busca do A tm an eu e o colocara em conexo com o mar eterno do ser que flu i das aparncias ilusrias.

Depois da festa no palcio, em lo u vo r ao nascim ento de seu filh o , pela manh, Sidarta beija a m ulher e o filh o que dorm em e foge conduzid o p or seu cocheiro.

Mais frente, troca de roupa com um m endigo, corta os cabelos com uma espada e, descalo, encaminha-se ao en con tro dos ascetas. Rompeu os vn culo s com as iluses; busca agora a certeza e o absoluto que dem sentido vida. Seus cinco discpulos abaridonaram -no escandalizados por v-lo to m a r um banho no rio e aceitar uma refeio oferecida por uma jovem.

De acordo com a lenda,6 Sidarta reconheceu no ser a m o rtifica o pessoal que conduz libertao. A comea a sua vida p ro priam ente dita.

Term inada a m editao da figueira, Sidarta procurou seus cinco com panheiros e anunciou-lhes a descoberta: possvel anular as novas encarnaes, o "S am sra", e escapar aos s o fri mentos do m undo. Sua premissa bsica era: Todo viver sofrer. Teria o hom em de id e n tific a r os laos que unem os sofrim entos vida e te n ta r elim in-los.

Buda faleceu com o ite nta anos. Aps a sua m orte, o bu dismo esfacelou-se dando origem s diversas seitas budistas, cada qual com sua interpretao das palavras do Buda. A lgu mas seitas o d ivinizaram ; outras, alegam que ele, a tingind o o N irvan a " , deixou de e x is t ir. Na ndia existem apenas cerca de budistas, pois o Isiamismo marcou o seu fim no seu pas de origem.

Na Europa, m uitos aderiram ao Budism o, mais por moda do que outra coisa. Nos Estados U nidos ele se in tro d u z iu de form a mais sria atravs da seita japonesa ZEN e possui cerca de adeptos. A tualm ente , devido a razes polticas, o budism o est em franca decadncia na China e no T ib e t, mas em outros pases asiticos est passando p o r uma fase de reavivamento, asso ciando-se m uitas vezes a m ovim entos nacionalistas.

Expoentes da cu ltura indiana contem pornea com o Gandhi, Tagore, Nehru e Radh-krishnan, tm dem onstrado grande sim patia pelo budism o. No Brasil, um p rim e iro grupo de budistas9 se fo rm o u no Rio de Janeiro, na dcada de Em fo i reavivado com a in tro d u o do Budism o Zen.

Os budistas japoneses im igrantes tm escolas budistas cen tralizadas em So Paulo sob diversas denominaes. No sculo X V I o cardeal B arnio u tiliz o u na polm ica com os luteranos o exem plo da vida de dois santos assinala dos no m a rtiro l g io cristo no dia 27 de novem bro: So Barlaam e So Josaphat. So Josaphat era nada menos que Sidarta Gautama! O nm ero de adeptos do budism o em to d o o m undo j ultrapassa os 0 0 0 D urante cerca de anos, os ensinamentos de Buda fo ra m tra n s m itid o s de fo rm a orai.

Grande parte da lite ra tu ra das seitas perdeu-se. O que h de mais im p o rta n te , e que a base de quase todas as outras, so os seguintes cnons:. Cnon Theravada T ip ita k a "O s trs cestos" T extos escritos na lngua pli e inteira m en te preservado no Ceilo. Existem tam bm duas colees desses te x to s em lnguas c h i nesa e tibetana.

Esse cnon divide-se em trs partes: 1. Vinaya " c o n d u ta " C ontendo regras de disciplina. Lalita-vistara Relato m inucioso da vida do Buda, desde a sua deciso de nascer at o seu p rim e iro sermo.

Dois cnons que merecem citao so os Sino-japons e Tibetano, te nd o este ltim o sido tra d u z id o para diversos id io mas. Existem mais te x to s esparsos em snscrito, m andchu, m ongol e em vrios dialetos da sia central, com o o tangut. Hinayana "P equeno C a m in h o " : Sudoeste da sia. Vajrayana "C a m in h o do D ia m a n te " : China, Japo e outros.

Zen-Budism o : Estados Unidos e outros. Tendai: Japo, Tailndia e Birm nia. Asoka: fndia, China, Ceilo e outros. Theravada : V rios pases. A idia da divindade para Buda, era semelhante dos brm anes,11 com a exceo de no ad m itire m um Deus c ria d o r12 Ishvara. As criaes peridicas dos sistemas csmicos so regidas p or uma lei eterna e o processo nunca teve com eo nem nunca ter f im. Os elem ento s pa n -in d ia n o s seguem a linha V edism o-B ram anism o.

B U D A Algum as seitas o divin izaram , outras alegam te r ele deixado de e x is tir ao a tin g ir o Nirvana ; outras, afirm am que ele co n tin u a v in do ao m undo em diferentes e sublimes reencarnaes. M uita fantasia e m u ito m isticism o se une sua pessoa. Os nomes que lhes do m ostram o pensamento acerca de Buda Sidarta Gautama - Sidarta, nom e p r p rio , Gautama, nome da fa m flia.

Shakyamuni O sbio da trib o dos Shakyas. Bhagavat O bem -aventurado. Tathgata O p e rfe ito que veio e p a rtiu. Jina O vito rio so. Buda O ilu m in a d o , o hom em que despertou. O Samsra para o Budism o in fi n ito ; at os deuses estavam sujeitos essa lei. Somente a tin gindo o Nirvana, o hom em ficaria livre do Samsra. Se o in d iv d u o fo i bom , continuar a s-lo ao longo das in fin ita s vidas; se fo i mau, ir se degradando e acabar p o r nascer escravo ou bicho.

Algumas escolas acreditam que o hom em tem tendncias inatas para o No havendo, p or conseguinte, nada para renascer, a alma se extingue no nada, a felicid ad e eterna, o no ser. Toda a d o u trin a budista visa levar o hom em a se auto-extin g u ir. O hom em que consegue chegar a esse estgio um lib e rto vivo. Felicidade no existe, a libertao da dor. Imaginem os leitores, perder ta n to tem po na terra com especulaes filosficas, religiosidade e outras coisas mais, para chegar a nada!

Parece-nos que a noo d o u trin ria do N irvana de Buda d ife re da inte rp re ta a o de m u ito s autores. Nesse caso, seria o N irvan a, o estado de e xtin o do s o frim e n to hu m ano pela lib e rta o da iluso e conscincia de sua verdadeira natureza.

Nessa caso, julgando estarem fazendo o bem, monges budistas m orrem carbonizados em p rotesto alguma coisa que a flija os homens. Deixando de e x is tir, repousar na incom ensurvel paz do Nirvana, o no ser! A de insubstancialidade a de que os fenm enos no possuem ncleo estvel que deter mine sua natureza; so meras com binaes.

A idia do N ir vana j observamos em item anterior. Sobre a d o r : 0 nascim ento dor, a velhice dor, a doena d o r, a m o rte dor, o c o n ta to com o desagra dvel dor, a separao d a q u ilo que agradvel dor, no realizar o seu desejo dor. Em suma, os com po nentes da in d ividu a lid ad e a saber, o corpo, as sensa es, as percepes, as form aes psquicas e a cons cincia conhecim en to so dor.

Sobre a supresso da d o r : A e xtino com pleta do desejo, a fim de que no haja paixo. Bani-lo, renun ciar a ele, libertar-se dele e no lhe d e ixa r lugar. Suas d outrinas fogem aos p rin c p io s do Deus C riador dos cus e da terra, de acordo com a revelao dada aos seus servos atravs da B blia. Se cremos que Deus universal, no podemos crer que a "Ilu m in a o " encontrada p o r Sidarta veio dEle.

Deus no se contradiz. O profeta Isaas, que p ro fe tiz o u mais de cem anos antes de Buda nascer, j alegrava nossos coraes com pala vras com o estas: "V e rd ad eiram e nte ele to m o u sobre si as nossas enfer midades, e as nossas dores levou sobre si. T odo o seu sistema se fundam en ta nos deveres recprocos dos homens, d ivid ido s em relaes entre prncipes e sditos; entre pais e filh o s e entre concidados, alm de dar um novo b rilh o antiga religio dos antepassados.

A educao do hom em , dos povos e dos governos a grande meta do C o n fu cionism o. H poucos dados sobre a sua vida, que m istura-se a vrias lendas. Nasceu no estado de L u , p o r volta do ano a. C e diz-se que para o b te r a graa celeste de uma gravidez, sua me teria realizado uma peregrinao m o n tanha N i-K ieou.

L, a vegetao abriu-se sua passagem e ela. As cinco personagens eram representativas da madeira, fogo, terra, m etal e gua, os cinco elementos considerados popularm ente com o responsveis pela origem das coisas te r renas. Foi-lhe ento revelado o nascim ento de um filh o , fu tu ro "re i sem c o ro a ". O relato da infncia de C o n f c io ,2 apresentava-o com o uma criana exem plar, desde cedo interessada nos rito s e tra dies.

Conta-se que, ainda bem jo vem , conquistou discpulos at mesmo entre os senhores de Lu, tendo tam bm exercido cargos im portantes no Estado; intransigente, porm aos seus p rincp ios, C o n fcio abandonou diversas vezes funes de im portncia, trocando-as pelo estudo e com entrios dos Livros Sagrados. Passou quase toda a sua vida procura de um "p rn c ip e sbio" que o tomasse p o r conselheiro e realizasse um governo de acordo com suas orientaes.

Aos 55 anos de idade, C onf cio visito u Estados vizinhos, falando aos senhores feudais sobre suas idias. Foi recebido com o um e ru d ito , mas nenhum dos governantes pensou em p-las em prtica.

V o lto u para casa com a inteno de con centrar-se no ensino, onde fo i bem sucedido. Alguns dos seus alunos atingiram posies de autoridade que o p r p rio C o n f cio fo i incapaz de alcanar. Seus d iscp u los se com p ortaram sempre com o m inistros espera de um dignatrio, porm C o n f cio m orreu em a.

Pro curava sobretudo elaborar um sistema p o ltic o baseado em conceitos religiosos que idealizavam o passado de uma China gloriosa. Depois da m orte de C o n f cio , ocorrida em a. Eram disputa-. V u l garizaram e distorceram o C onfu cion ism o , inventando lendas e tradies, bem com o alterando a d o u trin a para concili-la com as outras correntes intelectuais, ou para torn-!

S depois de sofrer profundas m odificaes, o C o n fu cio nismo veio a triu n fa r na China por volta do sculo I I a.

“Escravo das Heresias” – você precisa ler!!! - CACP - Ministério Apologético

Quando adotado com o religio o fic ia l do Im prio, o C o n fu cionism o apresentava-se com contedo, conceitos e normas mesclados a crenas anim istas. J C o nf cio fo i venerado nos tem plos e elevado categoria de deus, em , pelos sobera nos da dinastia Manchu. Em , a estim ativa dos adeptos do C onfucion ism o no m undo era a seguinte: Am rica do N o r te S T A O d o m n io da escrita chinesa requeria m uitos anos de estudo e os letrados ou escribas, encarregados da adm inis trao, tornaram -se tam bm os intrpretes dos livros sagra dos, cuja leitura exigia o conhecim en to de 10 signos.

O C onfucio n ism o refora a posio dos letrados, que se to rn a ram um sustentculo do poder im perial. Sua obra constituiu-se essencialmente. O utros livros clssicos uniam-se aos livros sagrados e serviram de base para toda a d o u trin a co nfu cion ista. Segundo as iendas, a p rim eira parte dessa obra fo i entregue por um drago voador ao m s tic o im p erador Fu-Hi e in tro d u z iu nova tcnica d ivin a t ria na China. C o n f cio fez m u ito s com entrios sobre essa obra e a firm ou que se pudesse recomear a sua vida, dedic-la-ia inte ira ao estudo do l-Ching.

Che-Ching L iv ro dos Ritos Era uma obra com posta de poemas populares transform ados em poesia e divulgadas entre a nobreza. C om pilados p o r C o n f cio , esses poemas indicavam o m odo c o rre to do co m p o rta m e n to in d ivid u a l, condio b sica para o e q u ilb rio do sistema m onrquico. Li-C hi L iv ro dos Ritos Era uma das mais im portantes obras sagradas. C om pilado em poca p o ste rio r a C o n f cio , o Li-C hi especificava as cerim nias cvicas, estabelecia as o b ri gaes do hom em para com o cosmo e com a sociedade e determ inava a fo rm a de organizao de vrios costumes scioreligiosos.

Houve pocas em que p ro life ra ra m escolas para o ensino exclusivo do Li-C hi. Chou-Ching L iv ro da H istria Atravs de mximas e leis, essa obra narrava a histria de uma China rem ota, mes clando realidade e m ito. Um de seus captuios, o "H o n fF an", estabelecia as vinculaes entre a estrutura p o ltic a re comendada pelo C on fu cio n ism o e as determ inaes de uma ordem superior, estritam ente religiosa.

Tchuen-Tsieu Primavera e O u tono Expunha os p rin c pios bsicos do sistema im perial. Sobre sua im portncia, Con f c io declarou que "A q u e le que me conhece, no me conhece m elhor seno aps a leitura do Primavera e O u tono; aquele que me acusar, no o far mais aps a le itu ra do Primavera e O u to n o.

Segundo o Tao-H o, a sabedoria possibilitaria compreenso dos m istrios e desgnios da ordem csmica. Ela nascia do conhecim ento p ro fu n d o e do co n ta to com o ele m ento d iv in o no presente e sp rito. Tchong-long M eio Invarivel Propunha a im p a rcia b ilidade com o a v irtu d e essencial ao soberano. O Im perador era com parado estrela polar, "q u e fica mvel em seu lugar, enquanto todas as outras giram em seu redor e a tom am por guia.

Essa era a maneira correta de restabelecer a ordem e a justia. Pequeno Estudo Escrito p o r Tchu Hi, sistematizava os preceitos confucion istas sobre a m oral e a vida e destinava-se "aos que no seguiriam as carreiras dos letrados. Mricio4 F il so fo cuja obra se to rn o u clssica na lite ra tu ra co n fu cio n ista sculo V a.

Fez vrias m odificaes na d o u trin a e costum ava dizer: " O cu v com o o povo v; o cu escuta com o o povo escuta. M ncio dava mais poder ao povo do que ao p r p rio Im perador. Mas no se negava a noo mais antiga de um Deus a n tro p o m rfic o cham ado Shant-ti, pai do universo, adorado num c u lto estatal.

A dm itia-se tam bm a idia de Deus com o Tao cam inho que assumiu o aspecto de uma lei sobrenatu ral, de term inante das relaes cosmos-sociedade e realizada atravs da prtica de rito s in fle xveis.

Assim , o cu regulava todos os aconteci 4 Ib id e m. Cada divindade possua uma funo especfica havia desde espritos protetores das ca sas, cam inhos e cidades, at espritos conselheiros dos deuses no governo do m u n d o. Suas idias fo ra m , com o tem po, obtend o carter m stico , de acordo com as interpretaes de sua d o u trin a.

O hom em compunha-se de um flu id o celeste, o Shen, e de um a trib u to grosseiro, o "K ru e i". Esses, form avam a alma e s se desliga vam m u ito tem po depois da m o rte. Seu fu n d a d o r estava m u ito mais v o ltado para este m undo do que para a contem plao do sobrenatural.

In flu e n cio u tam bm o costum e chins da vene rao dos ancestrais, onde realizavam rito s de sacrifcios. No c u lto o fic ia l ao Senhor do cu "S h a n g -ti" , o im perador cele brava sacrifcio s com um bezerro novo que era queim ado 6 A to s 7.

Aps essa cerim nia, a populao com ia um to u ro dedicado ao p rim e iro ancestral d in s tic o. Esse c u lto iniciava-se aps o c orte jo funerrio. O filh o do m o rto instalava em sua casa uma prancha representativa do pai.

Era a prim eira oferenda. O d e fu n to passava ento a ser considerado com o um antepassado digno de merecer homena gens. T inha at mestre de cerim nias. Quem reconhec-la no fu ndo de si mesmo torna-se verdadeiram ente um s b io ". Geram todos os elementos do Cosmos. Im pulsionam os cinco estados m utativos da n a tu reza, atravs do chamado p rin cp io de destruio " : a terra absorve a gua, a gua apaga o fogo, o fogo derrete o metal, o metal corta a madeira, a madeira trabalha a te rra.

Como 1 0 Lucas 9. O ES TA D O Para C on fcio , o Estado era uma empresa cooperativa visando o bem-estar e a felicida de geral, organi zado em b e n efcio da com unidade de acordo com a harm onia e a ordem csmica.

Um governo e ficien te deve dispor de armas e alim entos suficientes alm da confiana de to d o o povo. A confiana do povo era o mais im p o rtante. O C o n fu cio n ism o visa um Estado p e rfe ito onde todas as foras, inclusive as celestes, c o n trib u a m para a form ao desse Estado.

D ifere em m u ito , dos ensinam entos de Jesus, onde diz: "B uscai antes o Reino de Deus e a sua justia e todas essas coisas vos sero acrescentadas.

No in c io da dcada de 70, logo aps a "re vo lu o c u ltu ra l" daquele pas, C o n f cio passou a sim b o liza r para o regime, influncias reacionrias no plano c u ltu ra l e filo s fic o.

In fe liz mente, nos ltim o s tem pos, a Igreja C atlica est usando uma estratgia que est enganando a m uitas pessoas. Trata-se do Ecumenismo que tem com o prin cip a l fin a lid ad e enredar to dos os credos na teia catlica e que tem sido aceito at mesmo por alguns evanglicos desapercebidos. Aps grande esforo entre os ju deus, por cerca de dois anos, as misses crists, coadjuvadas pelos que estiveram presentes no dia de Pentecostes1, passa ram a evangelizar os gentios com grande ardor m issionrio.

Um exem plo disso est na p r pria igreja de A n ti q u ia que enviou a Barnab e a Paulo. A t a, as igrejas eram autnom as e no tin h a m nenhuma form a de governo eclesistico.

A d m itia m serem guiadas e orientadas pelo E sprito Santo, o Consolador p ro m e tid o por Jesus. Respeitavam as orientaes dos apstolos e no reco-. Em , C onstantin o passou a d o m in a r to d o o Im prio Romano, uma vez que o im p rio do ocidente havia cado. Esse im perador revolucionou a posio do cristianism o em todos os aspectos. Prim eiram ente, p ro p o rc io n o u igualdade de direito s a todas as religies, e depois, passou a fazer ofertas valiosas ao cristianism o, c o n stru in d o igrejas, isentando-o dos im postos e at mesmo sustentando clrigos.

Isso resultou da entrada de m uita gente para a igreja, som ente porque era a religio apoiada pelo governo. Os verdadeiros cristos, fo ra m na realidade, m arginaliza dos p o r no concordarem com tal situao, fo rm a n d o grupos parte que sempre marcharam paralelos com a igreja favore cida e entremeada de pessoas que buscavam interesses p o l ticos e sociais. Esses cristos, po r no aceitarem tal situao, no decurso da histria, eram agora perseguidos pelos outros "c ris t o s " e m u ito s dos seus lderes eram queim ados na fo gueira em praa pblica, taxados de herticos.

O C o n c lio de Nicia O C o n c lio de Nicia, na sia M enor A D ,3 presi dido po r C onstantino, bem com o os o utros que lhe sucede ram, eram com postos de to d os os bispos, alguns nomeados pelo Im perador, o u tro s que se auto-nom eavam e o utros que eram nomeados por lderes religiosos das diversas c o m u n i dades. W ells. Com o decorrer do te m p o , o bispo de Roma passou a exerger autoridade sobre os demais; isso lgico, pelo fa to de pertencer ele antiga capital do m undo.

A palavra papa, que era usada para to do s os bispos, passou a ser reservada para o bispo de Roma. O Concilio de Constantinopla O C o n c lio Ecum nico de C onstantinopla consa grou o ficia lm e n te a designao "c a t lic a " aplicada igreja organizada p o r C onstantino "C re io na Igreja una, santa, catlica e a p o s t lic a " , da por diante inserida no sm bolo dessa f. A Igreja o rto d o x a e as Igrejas reformadas tam bm adm item essa qualificao.

O primeiro Papa Roma teve m uito s bispos, e n tre ta n to o p rim e iro a sus tentar e defender sua autoridade, exercendo o d ire ito de im por as suas ordens aos bispos de toda a parte, fo i LE O I que pode ser considerado o p rim e iro papa do C ato licism o R om ano. O c u lto aos santos e a venerao aos m rtires e a o u tro s homens e mulheres famosos, passaram a te r plena aceitao.

Foram criados ritu ais que eram um m isto de cerim nias pags, herdadas de diversas religies, com as cerim nias sacer dotais do A n tig o Testam ento. Os santos passaram a ser considerados com o pequenas divindades, cuja intercesso era valiosa diante de Deus.

Surgiu a venerao de relquias e at mesmo de lugares. Antes do ano o c u lto da virgem Maria j estava v ito rio s o. O paga4 Pedro no fo i sequer bispo em R om a. Um estudo interessante sobre a adaptao das divindades pags ao cristianism o pode ser fe ito na obra M itologia Dupla de A rc h im fn ia B arreto. Apresentarem os resum idam ente alguns co n ceitos da f catlica, com parando-os com o conceito da f que professamos, de acordo com a B blia, m ostrando a falsi dade dos ensinam entos catlico-rom anos.

Diz que ningum deve atrever-se a in te rp re ta ra B blia de maneira contrria a interpretao catlica ou sem o consentim ento dos padres. Aceita com o cannicos inspirados constam do cnon hebreu. Igreja Evanglica Recomenda a todos a leitura da B blia. Reconhece que no se necessita sabedoria intelectual para entender as verdades fundam entais da f crist.

Aceita D euteron m io 6. Tam bm as atars com o sinal na tua mo e te sero por fro n ta l entre os teus olhos. E as escrevers nos um brais de tu a casa, e nas tuas p o rta s. Igreja Catlica Diz que a nica e verdadeira igreja e que fora dela no h salvao. Diz que fo i fundada sobre Pedro, a rocha. Igreja Evanglica Baseia-se som ente na Palavra de Deus.

Se com pe de to do s os que esto unidos em C risto por uma f viva nEle com o O F ilho de Deus e Salvador do Pecador, sem outros interm edirios. Cr que Jesus o n ico Salvador e o nico m ediador entre Deus e o hom em. No est disposta a aceitar as idias catlicas e nem tam po uco reclama algum ttu lo para si. Igreja Catlica Diz ser apostlica, fundada por Pedro e prega suas d ou trin as baseando-se no fa to de te r sido fundada por Pedro e o u tro s apstolos. Aceita d o u trin a s baseadas em interpretaes daqueles que chama "p ais da ig re ja ", ou dos papas.

Igreja Evanglica As do u trin a s crists e apostlicas so as da B blia. O que os apstolos ensinaram para d o u trin a da Igreja consta da Palavra de Deus. A b a ixo , uma lista de doutrinas que qs apstolos pregaram e que a Igreja C atlica tem m o d ifica do : Cristo o fundam ento da Igreja "P orqu e ningum pode lanar o u tro fu n d a m ento, alm do que fo i posto, o qual Jesus C ris to. E ps todas as coisas debaixo dos seus ps e, para ser o cabea sobre todas as coisas, o deu Ig re ja.

Cristo o nico mediador "P o rq u a n to h um s Deus, e um s m ediador entre Deus e os homens, C risto Jesus, o h o m e m. A lm disso, criou e agregou m uitas outras d o utrina s e dogmas novos, p or exem plo:.

LIVRO HERESIAS BAIXAR E SEITAS

O com eo do papado a A venerao de relquias A canonizao dos santos O sa crifcio da missa Os sete sacramentos A transubstanciao A confisso auricu lar A tradio A in fa lib ilid a d e do papa A uto riza o dos livros a pcrifos na B blia A venda de indulgncia Credo do papa Pio IV que in tro d u z iu novas do u trin a s - A imaculada conceio de Maria Igreja Catlica Invoca, venera e adora os santos, colocando-os com o mediadores entre Deus e os homens.

Notem os a fla grante contradio com a B blia no ensinam ento de C risto e dos apstolos: "E u sou a porta. Se algum entrar por m im , ser salvo; entrar e sair e achar pastagens. Se, todavia, algum pecar, tem os advogado ju n to ao Pai, Jesus C risto, o ju s to. Ensina a confisso auricular e o b rig a t ria ao sacerdote. Vejam os o que diz a B blia a respeito: "P o rq ue se perdoares aos homens as suas o fe n sas, tam bm vosso Pai celeste Vos perdoar.

Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgresses; e tu perdoastes a in iq u i dade do meu pe cad o. M u ito pode po r sua eficcia a splica do ju s to.

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Tiago 5. Sobre o Purgatrio A Igreja Catlica ensina que existe um lugar chamado Purgatrio, aonde vo parar as almas de tod os os que partem desta vida. A li tm que purgar as manchas ou pecados veniais. A B b lia fala de dois luga res: o in fe rn o e o cu; no m enciona nenhum lugar interm e dirio aonde v a alma do d e fu n to. O sangue de Jesus C risto o nico m eio que Deus tem dado para lim p ar nossos pecados: "Sendo ju stifica d o s g ratuitam ente por sua graa, me diante a redeno que h em C risto Jesus.

Filipenses 1. Na verdade uma descentralizao do verdadeiro cristia nismo com o praticado pelos prim eiros apstolos, alicerado em doutrinas falsas e dogmas hum anos d e stitudo s do verda deiro e s p rito de Cristo. Pedro nunca fo i papa da Igreja Catlica. Paulo, escre vendo aos Romanos, sada a todos os seus amigos e cooperadores que l estavam veja Romanos, Por que ser que no in c lu i na relao o nome de Pedro?

Assim , esto arraigados quase to do s os ensinam entos da Igreja C atlica: sobre histrias fic tc ia s , tradies e manda mentos dos homens e dogmas absurdos. Deus tenha co m paixo dos catlicos. Oremos e preguemos o Evangelho puro e v iv ific a n te para eles. Em japons, " s h n t " quer dizer "c a m in h o dos ou para os deuses" e surgiu na poca, para diferenci-lo do budism o, que era ento im portado j do c o n tin e n te chins.

O X in to s m o fundam e n talm e nte um c o n ju n to de costu mes e rituais, mais que um sistema tico ou m oral. Seus segui dores pa rticip a m de festas e peregrinaes e valorizam a pu reza cerim on ial e a higiene corporal. M uito s xin to sta s so tam bm praticantes budistas.

A religio possui um c o m p le xo de Kami, ou divindades, dentre elas a deusa do sol, conhecida com o "governante dos c u s ".

A m ate rasu , deusa que segundo a tra d i o x in to s ta , surgiu de trajes aban donados de Izanagi, m a rid o da deusa Izan am i. A sequncia prossegue com "as sete geraes divinas", dois deuses e mais cinco pares, que se m u ltip lic a m infinita-.

Dentro desta equao, nenhum pas representa melhor a diviso do homem dos nossos dias que o Japo. Existem tam bm as divindades maificas e divindades representativas dos astros.

O elem ento central do c u lto m o rtu rio o mitamaya, casa augusta das almas , pequeno cofre branco em cujo in te rio r se coloca a tbula tamashiro, "m arca das aim as", que tem in s c rito o nome do d e fu n to com sua idade e ano da m orte.

O mitamaya considerado, pesa fa m lia , o atar dos ante passados, diante do qua! Cada casa x in to s ta tem um alta r sagrado no qual est colocado um santurio de madeira em m in iatura, contendo tbuas em que esto inscritos os nomes dos ancestrais venera dos. A lm de adorar a m uito s deuses, todos eles criados pela imaginao p o pu la r ou fe ito s deuses pela benevolncia eru dita dos seus lderes, os x in to sta s cultuam os seus antepassa dos; prticas contrrias aos ensinamentos b b lico s e vontade divina.

C onstitui-se na realidade de dois m ovim entos: a filo s o fia Tao Chia e a religio Tao Chiao. A m bos originam -se do fil s o fo Lao-Tse, que, segundo a tradio, viveu no sculo V I a. No liv ro T ao-tehking , a trib u d o a Lao-Ts, afirma-se que o Tao cam inho ou rota no pode ser expressado em palavras e nem pode ser d e fin id o. A filo s o fia do T a o s m o ,1 adotando um naturalism o radi cal, prega a aceitao de "to d a s as coisas em seu estado natu ra l" e deplora a paixo, invenes desnecessrias, cerim nias a rtific ia is e atividades governam entais com o a guerra e os impostos.

H um interesse p r tic o pela higiene, p or problem as rela tivos d ie t tica e ao regime, e pela m edicina. A m oral sexual e a sobriedade nas obrigaes cotidianas devem ser observadas com o parcelas somveis cosm ologia e ao m isticism o. Tao, in a tiv o e concentrad o, cuja emanao gerou o que existe: " O Tao p rod uziu o Um ; o Um p ro d uziu os Dois o yin.

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Detalhe do Mural dos Drages, cermica colorida, da poca Ming scs. Na sua juventude, Confcio manteve uma entrevista com Lao-Ts, fundador do Taosmo. Esse encontro marcou profundamente o jovem filsofo, que teria afirmado: "Sou incapaz de saber como o dra go sobe ao cu nos ventos e nas nuvens.

Hoje vi o Lao-Ts. Ele como o drago ". Mos q u a tro p rim e iro s sculos seguintes, C h'ien-C hih destaca-se dentre os que lhe sucederam pelo fato de te r in s titu d o elaborados cerim oniais e dado nomes s di versas entidades.

O Taosm o caracterizou-se p o r grande nmero de seitas e sociedades. Desde um breve p e ro d o de apoio estatal durante a dinastia T a n g 61 , tem sido a religio dos semi-alfabetizados.

Seu nom e significa apenas " o velho fil s o fo ". Segundo a trad io chinesa, Lao-Tse nasceu com o nome de Li Erh. Viveu com o recluso e tornou-se arquivista da corte Chou. Consta que em a. Quando se aposentou, j em idade avanada, Lao-Tse viajou para o ocidente e nunca mais se o u viu falar dele.

Diz a lenda que ao sair de Honan, o guardio da p ro vn cia pediu-lhe que escrevesse o que pensava sobre o Tao. Lao-Tse ento criou o Tao T eh-K ing, te x to que se to rn o u a base da filo s o fia taosta.

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O monge taosta e o filsofo confuciano: duas vises do mundo e dos homens. Ao contrrio dos confucianos, que pregavam a justia social, os taostas eram radicalmente individualistas. Pezzoli, MiIo. A o c o n tr rio , pressupe ma cosmoviso in d ivid ua l buscada no Tao, p rim e iro p rin c p io do universo entrevisto ou sentido e no racionalizado atravs do xtase. Em conseqncia, atua em qualqu er elem ento existente e a alm a de cada coisa, em separado, expressa verdadeira p a rti cipao do p rin c p io universal.

Religiões, Seitas e Heresias

S as almas que aprenderam o grande segredo da unidade reintegram-se no absoluto cons ciente e captam o sentido do cosmo. V iver de acordo com o Tao significa obedecer aos im p u l sos naturais e afastar-se de todas as artificialidades. A passivi dade e a harm onia so im portantes para m anter a s im p lic i dade original da natureza hum ana".

O uso da mgica e da superstio e uma nfase exagerada em bnos terrestres com o riqueza, vida longa, sade, sabe doria e outras coisas ligadas terra caracterizam essa religio, que com o as outras to ta lm e n te destitu d a do tem pero evan glico de acordo com os ensinamentos de Jesus.

A palavra rabe Isl significa "submisso a Deus" e os seguidores dessa religio so denom inados maome tanos seguidores de Maom ou muulmanos palavra fra n cesa que vem do rabe "m u s s u lm in i" o que se entrega de corpo e alma a Deus.

No Islamismo no h sacerdcio profissional, e reco menda-se aos seguidores que se abstenham de to m a r vinho. A lm da aceitao e da rcita do credo "ch a h a d a ", o devoto tem mais q u a tro obrigaes: a orao, o je ju m durante o ms lunar de Ramadan, a d istrib u i o de esmolas e uma peregrina o cidade santa de Meca, se possvel. Em sculos passados, os exrcitos m uulm anos ocuparam grande parte da India e chegaram certa vez aos arredores de Paris. O Islamismo, embora esteja agora tentando co rrig ir, ado to u certas prticas com o a guerra, usada com o meio de ex pandir a religio e o Estado, a poligamia, a escravido e in to.

Seus pais m orreram pouco depois do seu nascim ento e ele fo i educado por um av e mais tarde p o r um tio. Foi, em sua juventude, pastor e guia de caravanas de comerciantes. Maom casou-se com K hdidja, uma rica viva bem mais velha que ele, quando tin h a vinte e cinco anos.

Estabeleceu-se ento em Meca com o prspero m ercador e in icio u uma vida contem plativa. Quinze anos depois, na caverna do m onte Hira, ao n orte de Meca, Maom diz te r tid o uma viso quando lhe fo i ordenado que pregasse.

Diz te r tid o m uitas outras revelaes e vises de anjos e arcanjos. Em Hira, diz-se que apareceu a ele o anjo Gabriel que ihe deu um m anuscrito para. Aqui a multido correu ao encontro de Maom. Conta-se tam bm que certa vez, no deserto, um eremita cristo fo i revelado que Maom era profeta e id e n tifico u -o por uma mancha branca nas costas que dizia ser a marca que identificava o profeta. Maom passou a o u v ir vozes que o mandavam pregar ou que lhe tra n sm itia m certos ensina mentos, registrados mais tarde no Alcoro.

A "Cham ada C onvencido da sua "ch a m a d a ", Maom passou a pregar a sua d o u trin a. Possveis descendentes de A brao, atravs de Ismael, filh o de Agar, julgam ser o Islamismo o cu m p rim e n to da promessa de Deus em Gnesis Esse nome, significa em aramaico "a c idad e". Dos seus discpulos, o mais fie l era A bu-B ekr, com panheiro de todas as horas. Depois de uma conspirao dos coraixitas, Maom fu giu, para no ser m o rto , para Medina, chegando ali em 22 de setem bro de , data que marca a gira emigrao e o in c io do calendrio m uulm ano.

A fo i fundada o fic ia lm e n te a sua religio. Por in te rm d io de uma "re ve la o " de A l, Maom, che fiando os m uulm anos, em , p artiu para a invaso de Meca. Depois de um acordo com os coraixitas, entrando na cidade, destruiu todos os dolos da Caaba no c o n fu n d ir r j m Cabala e anunciou o advento de uma era de paz e prosperidade geral. D ecorridos cerca de dois anos, os vu lto s de m aior projeo. Depois da sua m orte, ocorrida em 08 de ju n h o de , seu fie l d iscp ulo A bu -B e kr empenhou-se na islamizao das 2 Grandes Personagens da H is t ria U niversal.

A bu-B ekr fo i m o rto em e teve com o sucessor Omar, que governou durante dez anos e estendeu os d o m nios do Estado Islm ico at a India, vencendo as foras de Bizncio para to m a r a Sria e a Palestina, bem com o o Egito e outros te rrit rio s pertencentes ao Im prio Persa.

Om ar fo i assassinado em e Othman o su b stitu iu fre n te do j ento Im prio M uulm ano. O thm an dedicou-se a redigir a verso d e fin itiv a do A lcoro.

Governou at e fo i m o rto por A li, cunhado de Maom, que seria o q u a rto dos califas eleitos. Depois dele, a chefia dos m uulm anos passou a ser he re dit ria. A Expanso do Islamismo Antes do aparecim ento de Maom, os rabes viviam em tribo s.

Eram politestas e no tin h a m governo centralizado. Maom, atravs da religio, c o n tro lo u toda a A rbia e me dida que dom inava os povos, pela guerra, im punha-lhes tam bm a religio m uulm ana.

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Surge ento o Im prio rabe, po litica m e n te falando. A conquista das terras para o Estado do Islo tornou-se ento o p rim e iro fa to r, enquanto a prega o da religio seria a conseqncia das conquistas.

Aps a m orte de Maom , os q u a tro prim eiros c a li fas sucessores de Maom expandiram o islo. Depois, englobaram o Egito e a L b ia , mesclando-se com os povos berbere, egpcio e outros.

A dinastia Omada sem grande preocupao religiosa, empenhou-se em ocupar Ifrik ia e o Magheb ao n o rte da frica. Timóteo Carriker C. Bosma Carlos A.

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Muito obrigado , por disponibilizar este grande acervo de livros. Que Deus te abençoe muito, Amèm. Faço minhas as palavras do Ivens!