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Molly Millwood. But only one is destined to become a star. Mesmo sabendo por experincia prpria que a dor podia ser. Viviam no mesmo bairro elegante dos pais e jogavam tnis nos fins de semana. Graas a Deus. Joaquim Manuel de Macedo. Can two mismatched people find enough common ground to overcome their fears and allow love to grow?

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Ele olhou para o pneu vazio, depois de volta para ela. Boa noite. Ele deu as costas a ela e comeou a voltar para o carro. A reao do sujeito foi to inesperada que, por um segundo, Maria ficou paralisada. Ele ia embora? Por que ia embora? Ela estava feliz com isso, no estava?

Estou com dificuldade para tirar o pneu do porta-malas! Ele se virou ao chegar ao prprio carro. Tive essa impresso. Em seguida estendeu a mo para a porta, pronto para entrar Espere! O homem franziu os olhos para ela em meio ao aguaceiro. Ela no tinha certeza de ter ouvido direito. Mas, afinal de contas, tinha dito que no precisava de ajuda. S que precisava e no podia chamar ningum, e com os pensamentos acelerados e confusos, as palavras seguintes se derramaram involuntariamente.

Voc tem um telefone? Ele se aproximou um pouco, parando a uma distncia em que poderia ser ouvido sem ter de gritar, mas sem chegar perto demais.

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Graas a Deus. Ela mudou o apoio do corpo de um p para o outro. E agora? Perdi o meu celular. Quer dizer, eu no perdi. Sabia que estava falando bobagem, mas o modo como ele continuava a olh-la tornava impossvel parar com as palavras. Est no escritrio ou deixei na casa dos meus pais, mas s vou ter certeza quando pegar meu MacBook. Ele no acrescentou mais nada; em vez disso ficou parado, o olhar firme nos olhos dela.

Posso rastrear o celular porque ele est sincronizado com o computador. E ento? Ento o qu? Posso pegar o seu celular emprestado por um minuto?

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Quero ligar para minha irm. Ele enfiou o aparelho nas dobras da jaqueta. Enquanto comeava a se aproximar, Maria deu outro passo atrs, por reflexo. Ele ps a jaqueta no. Ela hesitou. O sujeito era definitivamente estranho, mas ela apreciou o fato de ele ter se afastado. Foi rapidamente at a jaqueta e encontrou o iPhone dele dentro, era do mesmo modelo do dela.

Quando apertou o boto, a tela se iluminou e, sem dvida, havia sinal. Mas no adiantaria nada a no ser Cinco-seis-oito-um disse ele. Voc est me dando sua senha? Voc no pode usar o celular sem ela. No est preocupado por dar sua senha a uma estranha? Voc vai roubar meu celular? Ela piscou.

Claro que no. Ento no estou preocupado. Ela no soube o que responder. Digitou a senha com dedos trmulos e ligou para a irm. No terceiro toque soube que seria atendida pela caixa postal. Esforou-se ao mximo para controlar a frustrao enquanto deixava um recado, explicando o que havia acontecido com o carro e pedindo que a irm viesse peg-la.

Enfiou o aparelho. Ningum atendeu? Ela vem. Quando o relmpago rompeu o cu mais uma vez, ele caminhou em direo parte de trs do carro dela. Enquanto voc espera, quer que eu troque seu pneu? Ela abriu a boca para recusar a oferta, mas se deteve.

Quando Serena ouviria o recado? Sem contar que Maria nunca tinha trocado um pneu na vida. Em vez de responder, soltou a respirao, tentando impedir que a voz tremesse. Posso fazer uma pergunta? O que aconteceu com seu rosto? Participei de uma luta.

Ela esperou alguns instantes antes de perceber finalmente que ele no acrescentaria nada. Sem mais explicaes? A postura dele era to estranha que ela no sabia direito o que deduzir. Enquanto o homem permanecia parado, obviamente esperando a resposta sua pergunta anterior, ela olhou para o porta-malas, desejando saber trocar o pneu.

Quero disse por fim.

Se no se importar, eu gostaria da sua ajuda para trocar o pneu. Ela ficou olhando-o estender a mo para a jaqueta no cap e enfiar o celular de volta no bolso antes de vesti-la. Voc est com medo de mim. Voc est com medo de mim repetiu ele. Como ela no disse nada, Colin continuou: Voc no tem motivos para acreditar em mim, mas eu no vou machucar voc. Por que est dizendo isso? Porque, se vou trocar seu pneu, terei de chegar perto do porta-malas.

O que significa que vou chegar perto de voc tambm. No estou com medo mentiu ela. No estou. Certo repetiu ele e deu dois passos em sua direo. Ela sentiu o corao se apertar enquanto ele se aproximava. Colin desatarraxou alguma coisa, em seguida levantou o estepe e o deixou de lado, antes de desaparecer outra vez atrs do porta-malas, sem dvida para pegar o macaco.

Um de ns precisa levar seu carro para a estrada disse ele. Mas estou com um pneu vazio. Ele olhou pela lateral do veculo, com o macaco na mo. No vai estragar o carro. S v devagar. Mas vai bloquear a maior parte da pista. J est bloqueando metade da pista. Ele tinha razo, mas Mas e se tudo isso fizesse parte do plano? Distra-la de algum modo. Fazer com que ela lhe desse as costas? Um plano que inclua deixar que eu usasse o celular dele? E tirar o pneu do porta-malas?

Abalada e sem jeito, Maria entrou no carro e ligou o motor, conduzindo o veculo devagar, porm com cuidado, para a estrada. Quando abriu a porta, ele j estava rolando o estepe na direo do pneu traseiro, segurando a chave de roda. Pode ficar dentro do carro, se quiser.

Isso no deve demorar. Ela se questionou antes de fechar a porta.

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Passou vrios minutos olhando pelo retrovisor lateral enquanto ele continuava a afrouxar os parafusos antes de enfiar o macaco no lugar. Um instante depois, sentiu o carro levantar um pouco, balanar devagar e depois parar.

Viu-o terminando de soltar os parafusos antes de tirar o pneu, justo quando a tempestade comeava a ficar mais intensa, com a chuva soprada pelo vento forte. O estepe foi colocado rapidamente, junto com os parafusos. Antes que Maria se desse conta, o pneu tinha sido trocado e o carro abaixado. Ele ps o pneu furado no portamalas junto com o macaco e a chave de roda.

Ela o sentiu fechar suavemente o porta-malas. Mesmo assim, Maria levou um pequeno susto quando Colin bateu em sua janela.

Ela abaixou o vidro, e a chuva comeou a entrar pela abertura. Com o rosto dele ainda nas sombras, era. Quase, mas no totalmente. Est pronto, pode ir gritou ele acima da tempestade. Mas bom mandar consertar o pneu ou substitu-lo o quanto antes. O estepe no deve ser usado permanentemente.

Ela assentiu. Antes que pudesse agradecer, ele j havia se virado e estava correndo para o Camaro. Maria ouviu o rugido do motor e pronto: estava sozinha na estrada outra vez, mas agora num carro que a levaria para casa.

Ouvi o telefone tocar, mas no reconheci o nmero, por isso deixei cair na caixa postal. Desculpe disse Serena entre os goles de suco de laranja. Ao seu lado, mesa da varanda dos fundos, Maria segurava uma xcara de caf, com o sol da manh j esquentando o ar. Bom, atenda na prxima vez, certo? No posso.

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Serena sorriu. E se por acaso for algum maluco tentando me importunar? Esse foi o problema! Eu estava com um maluco e precisava que voc me salvasse.

No o que parece. Pelo visto era um cara legal. Maria olhou irritada para ela por cima da borda da xcara. Voc no o viu. J vi gente apavorante. Ele era mais do que apavorante. Ele disse que tinha participado de uma luta E esse o ponto. Ele obviamente violento. Mas no foi nem um pouco violento com voc. Voc disse que a. E depois deixou que voc usasse o celular dele e trocou seu pneu. Voc no est entendendo.

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Que voc no deveria julgar um livro s pela capa? Estou falando srio! Serena gargalhou. Uau, algum est sensvel hoje. E voc sabe que eu s estou brincando com a sua cara. Se fosse eu, provavelmente teria mijado na cala. Carro enguiado, estrada deserta, sem telefone, sangue no rosto de um estranho o pior pesadelo de qualquer mulher. Voc encontrou seu celular? Est no escritrio. Provavelmente ainda na minha mesa.

Quer dizer que ficou l desde sexta-feira? E voc s percebeu que estava sem ele no sbado noite? Acho que no tem muita gente ligando para voc, hein? Serena balanou a cabea. No consigo viver sem o meu, s para voc saber. Ela tirou uma foto de Maria com um gesto rpido. Por que fez isso? Serena j estava digitando. No se preocupe.

Vai ser engraado acrescentou antes de apresentar a imagem e a legenda. Maria, depois de sobreviver Hora do pesadelo. Voc no vai postar isso, vai?

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J postei. Serena piscou. Voc precisa parar de fazer isso. E se um cliente meu vir? Ento me culpe. Ela deu de ombros. Por sinal, cad o papai? Ainda passeando com Copo disse ela. Copo era uma shih-tzu quase toda branca.

Meses depois de Serena se mudar para o alojamento da faculdade, Maria e ela voltaram para casa num Natal e descobriram que os pais tinham comprado uma cadela. Agora Copo ia praticamente a todo canto com eles: ao restaurante, ao supermercado, at ao contador.

Copo era muito mais mimada do que qualquer uma das duas havia sido. Ainda no consigo superar isso murmurou Serena. Eles adoram aquela cadela. Voc acha? Notou o colar de cristal que mame comprou? Eu quase engasguei. Seja boazinha. Eu estou sendo! S que nunca imaginei os dois com um cachorro, para comeo de conversa. Nunca tivemos um na infncia, e eu implorei durante anos. At prometi cuidar dele.

Ah, mas eles sabiam que voc no iria cuidar. Posso no ter pulado uma srie e ido para a faculdade aos 17 anos, como voc, mas tenho certeza de que conseguiria cuidar de um cachorro.

Hummm, certo. Maria ergueu a sobrancelha com ceticismo. Preenchi a proposta, escrevi uma redao, consegui cartas de recomendao de dois professores e coisa e tal. A bolsa patrocinada por uma fundao particular. Tenho uma entrevista no sbado que vem. Ela cruzou os braos. Isso fantstico. Mas no conte ao papai. Quero fazer surpresa. Ele vai ficar empolgado se voc conseguir.

Pense s em quantos colares vo poder baixar para a Copo se ele no tiver de pagar minhas mensalidades. Maria riu.

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L dentro elas podiam ouvir a me cantarolando na cozinha, o cheiro de huevos rancheros entrando pela janela aberta. Voltando noite passada continuou Serena. Por que voc chegou to tarde? J era muito depois da sua hora de dormir. Maria fez um muxoxo para a irm antes de deduzir que era melhor abrir o jogo. Na verdade, eu estava num encontro.

No brinca! Por que o espanto? Por nada. S achei que voc tinha decidido se tornar adepta do celibato. Por que eu decidiria isso? Eu costumo sair. Voc pode fazer stand-up paddle, mas no sai noite. Voc l.

Assiste a programas ruins na TV. Nem sai mais para danar, e voc adorava fazer isso. Eu tentei fazer voc ir quele armazm. Onde tem baile de salsa nos sbados noite. Pelo que lembro, voc disse que havia um monte de caras sinistros l. Mas tambm que eu me divertia muito. E, diferentemente de voc, sou pssima danarina. Nem todas ns estamos na faculdade voc sabe com aulas que comeam ao meio-dia e folgas na sextafeira. Algumas tm responsabilidades.

O encontro foi ruim, no? Maria olhou por cima do ombro, em direo. Serena revirou os olhos. Voc adulta, sabia? No precisa mais esconder sua vida social dos nossos pais. Voc acha que eu conto tudo a eles? Espero que no. Serena conteve um risinho. Que pena o seu encontro no ter dado certo. Como voc sabe? Talvez tenha dado.

Acho que no. Caso contrrio, voc no teria vindo sozinha para casa. Opa, pensou Maria. Serena sempre tivera raciocnio rpido. Porm, mais do que isso, era dotada de um bom senso que s vezes escapava a Maria. Estava perguntando sobre o seu encontro. Acho que ele no vai me ligar. Serena fingiu compaixo, mas seu cinismo divertido era aparente.

Voc levou o computador e ficou trabalhando o tempo todo? E no fui eu. Foi simplesmente ruim. Conte, irmzona. Conte tudo. Maria examinou o quintal dos fundos, refletindo que Serena era a nica pessoa no mundo com quem podia se abrir de fato.

Na verdade, no h muito que falar. Para comeo de conversa eu no estava planejando ter um encontro No! Quer ouvir ou no? Serena riu. Voc se lembra da Jill, no lembra? Minha amiga do trabalho? Superinteligente, chegando aos 40 e doida para se casar, engraada pra caramba? Aquela que veio para o almoo, pegou Copo no colo e quase causou um ataque cardaco no papai? No, no lembro.

De qualquer forma disse Maria , estvamos almoando um dia e ela me convenceu a sair com ela e o namorado, Paul, para jantar, depois de eu ter voltado da conveno. Mas, sem que eu soubesse, eles tambm tinham convidado um amigo do trabalho do Paul para ir com a gente Espera.

O cara era gato? Sem dvida era bonito. Mas o problema era que ele sabia disso. Foi grosseiro, arrogante e flertou com a garonete a noite inteira. Acho que chegou at a pegar o nmero do telefone dela enquanto eu estava sentada logo ali, ao lado dele. Que homem desprezvel! Jill ficou to passada quanto eu, mas o estranho foi que no sei direito se o Paul ao menos notou. Talvez fosse o vinho ou sei l o qu, mas ele ficou dizendo que ns quatro deveramos ir a uma boate depois e que estava felicssimo porque estvamos nos dando bem, que sabia que ramos perfeitos um.

O que estranho, porque normalmente ele no assim. Em geral fica quieto e Jill e eu que falamos. Talvez ele s goste do amigo. Ou talvez achasse que voc e o amigo dele teriam bebs bonitos e voc poderia dar o nome dele a um. Mesmo contra a vontade, Maria riu. Mas acho que no fao o tipo dele. Tenho quase certeza de que ele ficaria mais confortvel com algum Quando Maria deixou a frase no ar, Serena terminou: Mais burra? Estava pensando em mais loura, como a garonete.

Voc inteligente demais. E, para os homens, isso meio intimidante. Nem todos. Luis e eu ficamos juntos mais de dois anos. Ficaram disse Serena. Essa a palavra. E, s para voc saber, o Luis podia ser muito atraente, mas era um completo fracassado. No era to ruim assim. No comece a ficar toda nostlgica por causa das poucas qualidades dele. Vocs no tinham futuro e voc sabe disso. Maria assentiu, sabendo que Serena estava certa. Bom, vivendo e aprendendo. Fico feliz porque voc decidiu comear a sair de novo.

No decidi. Jill e Paul decidiram por mim. Tanto faz. Voc precisa ser Enquanto Serena procurava a palavra certa, Maria sugeriu: Mais parecida com voc? Por que no?

Sair, curtir a vida e fazer amigos? Voc s trabalha dois turnos por semana. Bom argumento. S estou fazendo uma suposio baseada na sua falta de vida social.

Acredite ou no, eu gosto de trabalhar. Vou me certificar de pr isso na sua lpide. Por sinal, como vai o trabalho?

Maria se remexeu na cadeira. Voc acabou de dizer que gosta de trabalhar. Gosto, mas. Deixe-me adivinhar a conveno, certo? Quando Maria assentiu, Serena continuou: Foi to medonha quanto voc achou que seria?

No exatamente medonha, mas Ele deu em cima de voc? Mais ou menos admitiu Maria. Mas no foi nada que eu no pudesse administrar. Esse o cara casado? Com trs filhos? O prprio. Voc precisa dizer para ele parar.

Ameace denunci-lo por assdio sexual ou sei l o qu. Por enquanto, melhor eu simplesmente ignorar. Um sorrisinho comeou a surgir nos lbios de Serena. Estava pensando que voc realmente leva jeito com os homens. Foi trada pelo antigo namorado, o ltimo cara com quem voc saiu flertou com outras mulheres e seu chefe no para de dar em cima de voc. Bem-vinda ao meu mundo. Claro, no de todo ruim. Voc conheceu um cara legal ontem noite.

O tipo de cara que ajuda uma mulher na. No foi bonita. No entanto, voc est aqui em segurana lembrou Serena. E estou feliz com isso, nem que seja para voc continuar a ter acesso minha sabedoria. Voc precisa mesmo trabalhar sua autoestima disse Maria com um tom amargo.

Mas, srio, fico feliz porque voc se mudou de volta para a cidade. Esses almoos seriam horrveis se voc no estivesse aqui. Ter voc por perto significa outra pessoa com quem mame e papai podem se preocupar. Fico feliz em ser til para voc. Alm disso, teremos a chance de nos conhecermos melhor.

Ns somos irms! Voc foi para a faculdade quando eu tinha 10 anos. E vinha para casa quase todo fim de semana. Eu passava todas as frias aqui. Nos dois primeiros anos sentia tanta saudade de casa que chorava todo fim de semana. Era difcil ficar to longe. Por que voc acha que eu fao faculdade aqui?

Nesse sentido sou quase to inteligente quanto voc. Voc inteligente. Talvez consiga uma bolsa, lembra? No sou como voc, mas tudo bem. Isso vai tornar muito mais fcil arranjar um cara. No que eu esteja interessada em alguma coisa sria.

Mas escuta, se voc quiser, posso apresentar algum interessante. Conheo caras o tempo todo. Caras da faculdade? Alguns podem gostar de mulheres mais velhas.

Voc desprezvel. O que foi? Costumo ter um gosto muito bom. Est falando do Steve? Ns s estamos saindo juntos. Ainda no srio. Mas ele parece um cara legal. At trabalha como voluntrio aos domingos. Voc gosta dele? Quer dizer se gosto gosto? Ou s gosto? O que foi, estamos no ensino mdio agora? Ainda no sei o que sinto. Mas ele bonitinho, o que me d mais tempo para descobrir. Quando eu vou conhec-lo? Bom Vamos ver aonde a coisa vai dar. Se voc for conhec-lo, mame e papai tambm vo querer, e a eu perco o controle da situao.

No importando o que acontecer depois disso, ele vai achar que eu acho que srio e, diferentemente de voc, sou nova demais para me acomodar. Tambm no quero me acomodar ainda. Mas sem dvida precisa de um namorado. Quer parar?

Certo, tudo bem. Voc no precisa de um namorado. Precisa de sorte. Quando Maria no se incomodou em responder, Serena riu. Pus o dedo na ferida, hein? Certo, no importa. Qual a sua agenda para hoje? Depois que sairmos daqui? Vai fazer stand-up paddle de novo? Estava pensando nisso. A no ser que voc queira tentar outra vez. Ainda no entendo por que voc gosta tanto. No como danar. E pacfico. Ou seja chato. Maria sorriu. E voc? Quais so seus planos?

Vou tirar um belo cochilo. Depois disso, provavelmente vou improvisar. Espero que encontre algo para fazer. Odiaria que perdesse uma noite louca de sbado no bairro grego. Olha s Inveja uma coisa feia. Serena apontou o polegar para a janela. Papai finalmente voltou e eu estou morrendo de fome.

Vamos comer. No fim de tarde, enquanto Serena dormia profundamente, Maria remava na sua prancha no estreito de Masonboro, um lugar que havia se tornado seu ponto predileto para passar a tarde.

A ilha de Masonboro era a maior restinga no litoral sul do estado. Ainda que s vezes Maria fosse at o lado atlntico da ilha, na maior parte do tempo preferia as guas calmas do pntano. Como sempre, a vida selvagem era espetacular.

Na primeira hora passada na gua tinha visto guias-. Em junho, em seu aniversrio, Maria se presenteou com uma cmera de alta qualidade, prova dgua.

Representara um esforo financeiro, mas ainda no havia se arrependido. Mesmo que no fossem parar na National Geographic, algumas fotos eram suficientemente boas para ser penduradas na parede de casa, o que era uma opo de decorao prudente, j que mal podia pagar pelo apartamento.

Mas aqui, ao ar livre, era fcil pensar nessas coisas sem se preocupar. Apesar de s ter comeado a remar com prancha depois de ter voltado para Wilmington, o exerccio lhe causava o mesmo efeito que a dana trazia antigamente. Ela havia chegado ao ponto em que no precisava se esforar para manter o equilbrio, e o ritmo constante das remadas dissolvia o estresse.

Em geral, depois de alguns minutos na gua, ficava com a sensao de que tudo corria bem no mundo. Era uma coisa quente, relaxante, que comeava no pescoo e nos ombros antes de se espalhar para o resto do corpo. Quando estava no chuveiro, depois de voltar.

Serena estava errada com relao ao stand-up. No era chato; hoje em dia a atividade era necessria para sua sade mental, e ela precisava admitir que tambm ajudava sua forma fsica. No ltimo ano tinha fortalecido msculos que nem sabia que podiam ser tonificados, e precisara ajustar os terninhos porque ficaram muito largos na cintura e na bunda.

No que isso importasse para algum. Serena podia estar errada com relao ao stand-up, mas estava certa com relao ao azar de Maria na vida.

Ele tinha sido o primeiro cara que ela havia levado a srio, o primeiro que amara de verdade. Os dois foram amigos durante quase um ano antes de finalmente comearem a sair juntos.

Como ela, Luis gostava de danar, era filho de imigrantes mexicanos e pretendia ser advogado. Depois de dois anos juntos, era fcil imaginar um futuro com ele. Luis, por outro lado, tinha deixado claro que estava contente em apenas namorar e transar com ela , desde que ela jamais esperasse algo alm disso. Puxar o assunto sobre casamento j o deixava louco.

Ainda que. Mesmo assim, o rompimento foi uma surpresa. Ele simplesmente ligou uma noite e disse que tudo havia terminado. Maria consolou-se com o fato de que os dois queriam coisas diferentes da vida e que Luis no estava pronto para esse tipo de compromisso. Pouco mais de um ano depois, entretanto, ficou sabendo que ele estava noivo.

Passou as seis semanas seguintes sentindo-se pssima, tentando descobrir por que a outra garota havia sido boa o bastante para casar, enquanto ele nem. Em que tinha errado? Teria pressionado demais? Era chata demais? Ou alguma outra coisa? Claro, toda a experincia teria sido mais fcil se ela encontrasse outra pessoa depois de Luis, mas a cada ano Maria se perguntava mais e mais para onde tinham ido todos os caras bons. Ou mesmo se isso ainda existia.

Onde estavam os caras que no esperavam que voc dormisse com eles depois de um ou dois encontros? Ou caras que acreditavam que pagar a conta num primeiro encontro era a coisa certa a fazer? Ou mesmo um cara com um emprego decente e planos para o futuro? Apesar das longas horas estudando na escola de direito e mais tarde trabalhando em Charlotte, tinha sado regularmente com amigos nos fins de semana, mas algum minimamente decente a havia convidado para sair?

Parou por um instante de remar, deixando a prancha deslizar enquanto se espreguiava, esticando as costas. Bom, na verdade, provavelmente algum convidou. Mas na poca ela costumava focar primeiro na aparncia dos caras, e conseguia se lembrar de ter dito no a alguns que no eram bonitos.

E talvez esse fosse o problema. Talvez tivesse recusado o Sr. Certo porque ele no era. Atualmente parecia que os Srs. Certos costumavam sumir rapidamente das prateleiras, talvez porque fossem to raros quanto condores-da-califrnia. Na maior parte do tempo isso no a incomodava.

Ela era diferente da me, que acreditava que o status de relacionamento de uma mulher a definia. Tinha sua prpria vida, podia ir e vir como quisesse, e, ainda que no tivesse ningum para cuidar dela, tambm no precisava cuidar de ningum.

Mas nos ltimos dois anos enquanto comeava a se aproximar dos 30 houvera momentos em que pensara que talvez. Ter um grande crculo de amigos, como Serena, poderia preencher esse vazio, mas a maior parte dos amigos de Maria morava nas reas de Raleigh ou Charlotte, e sair com eles quase sempre implicava uma viagem e dormir no sof de algum.

Afora sua famlia mais prxima, os parentes, Jill e uns poucos colegas de trabalho e, sim, at mesmo Paul, apesar da outra noite , as nicas.

Achava que poderia tentar restabelecer o contato, mas quando terminava o dia de trabalho geralmente s queria relaxar na banheira com uma taa de vinho e um bom livro.

Ou, caso se sentisse com energia, talvez cair na gua com a prancha e o remo. At os amigos exigiam energia, e ultimamente ela no tinha o suficiente. Ainda que isso significasse que sua vida no era to empolgante, tambm era o tipo de previsibilidade calma de que precisava. Seu ltimo ano em Charlotte havia sido traumtico e. Balanou a cabea, forando a memria a se afastar daquele ltimo ano.

Respirando para se acalmar, disse a si mesma com firmeza para se concentrar no lado positivo, como havia treinado. Havia muitas coisas boas na sua vida. Tinha famlia, seu apartamento e um trabalho do qual gostava Tem certeza? Voc sabe que isso no verdade. Tudo havia comeado muito bem, mas no era sempre assim? A Martenson, Hertzberg e Holdman era uma empresa de tamanho mdio, e ela trabalhava principalmente para o.

Barney tinha 60 e poucos anos e era um gnio jurdico que usava ternos de risca de giz e falava com sotaque lento e pesado da Carolina do Norte. Tanto para os clientes quanto para os jurados ele parecia um tipo de av amigvel, mas por baixo da aparncia era intenso, preparado para tudo, e exigia muito dos associados. Trabalhando com ele, tinha o privilgio do tempo, do conhecimento e do dinheiro para preparar os processos, e tudo isso era muito melhor do que seu trabalho na promotoria.

Jill era um bnus. Como nicas mulheres no escritrio alm das secretrias e assistentes, que tinham suas prprias panelinhas, Jill e Maria haviam se dado bem de imediato, apesar de trabalharem em departamentos diferentes. Almoavam juntas trs ou quatro vezes por semana, e Jill passava na sala de Maria com frequncia s para visit-la por alguns minutos. Tinha raciocnio rpido e a fazia rir; sua mente jurdica era incisiva e se tornou uma das melhores profissionais do escritrio. Era um mistrio o motivo de ainda no ser scia.

O verdadeiro problema era Ken Martenson, o scio administrador da firma, que parecia contratar assistentes com base na beleza, e no nas qualificaes. Ele passava tempo demais em volta das mesas delas. Na primeira semana de trabalho, Jill a havia informado sobre a reputao de Ken, mas Maria no deu importncia. At que Ken comeou a apontar a mira para ela. Ultimamente a situao estava ficando mais complicada. Uma coisa era tentar evitar Ken no escritrio, onde sempre havia outras pessoas por perto, mas a conveno em Winston-Salem, da qual os dois participaram na semana anterior,.

Ainda que Ken no tivesse chegado ao ponto de acompanh-la porta do seu quarto no hotel, ele a havia pressionado para jantarem juntos nas duas noites. E depois? Tinha jogado todo o papo de minha mulher simplesmente no me admira, ao mesmo tempo que perguntava continuamente se ela queria outra taa de vinho, apesar de Maria mal ter tocado na primeira.

Falou sobre a casa dele na praia, como era um lugar calmo e relaxante, e deixou bem claro que ela geralmente ficava vazia. Se Maria quisesse us-la, era s falar. Mesmo assim, quando ele dava a entender o que desejava, ela bancava a idiota e levava o assunto de volta para as questes discutidas na conveno.

E isso tinha dado certo, na maior parte do tempo, mas ela no havia mentido para a Serena ao dizer que era complicado.

Nos ltimos anos, empresas de todos os tamanhos vinham fazendo. Depois de deixar a promotoria, Maria levou quase cinco meses para conseguir um novo emprego e, pelo que sabia, nenhuma outra firma estava contratando.

Se murmurasse as palavras assdio sexual ou sugerisse um processo, provavelmente no arranjaria outro emprego em todo o estado. Sabe o que advogados grados mais odeiam? Outros advogados os processando. Por enquanto estava sem sada. Tinha superado a conveno, mas prometia no se colocar de novo numa situao daquelas.

Evitaria a sala do. Era s isso que poderia fazer, alm de rezar para que ele virasse a mira de volta para alguma assistente. Esse era outro exemplo de como a vida tinha ficado mais difcil do que ela imaginava. Ao comear em seu primeiro emprego de verdade, sentia-se idealista.

Acreditava que tinha um papel importante a representar, mantendo as ruas seguras e dando s vtimas um modo de buscar a justia e retomar a vida. Com o tempo, comeou a ficar enfastiada com todo o processo. Tornara-se evidente que at mesmo os criminosos perigosos costumavam sair livres, as engrenagens emperradas do sistema giravam numa velocidade impossivelmente lenta e sua carga de processos jamais diminua.

Agora morava de novo na cidade onde havia crescido e praticava um tipo de direito tremendamente diferente do que conhecera como assistente da promotoria. Apesar de estar certa de que as coisas melhorariam quando se estabelecesse, aos poucos comeou a perceber que o estresse profissional simplesmente vinha de modos.

O mundo podia v-la como uma profissional jovem, com casa prpria, mas havia momentos em que se sentia uma fraude. Parte disso era devido s finanas depois de pagar as contas no fim do ms restava menos dinheiro para gastar do que quando era adolescente , mas a outra parte era porque muitos dos seus amigos da faculdade j estavam casados e alguns tinham filhos.

Quando conversava com eles, a maioria aparentava felicidade, como se a vida estivesse correndo exatamente de acordo com os planos, ao passo que.

Maria fora presenteada com um chefe tarado, um apartamento pelo qual mal podia pagar e uma irm mais nova que parecia ao mesmo tempo mais sbia e mais descuidada do que ela. Se isso era a vida adulta, ela se perguntava por que havia se apressado tanto em crescer.

Remou sem parar por mais uma hora, a prancha deslizando enquanto ela se esforava para desfrutar o ambiente. Notou as nuvens que passavam lentas e as rvores refletidas na gua. Concentrou-se no cheiro refrescante e salgado da brisa e aproveitou o calor do sol nos braos e nos ombros.

De vez em quando tirava algumas fotos uma saiu. A imagem estava sombreada demais no visor da cmera e um pouco distante, porm com trabalho suficiente no Photoshop poderia ser algo que merecesse ser guardado.

Estranhando que alguns livros impressos, físicos, estarem mais baratos que os livros digitais. O lhando agora à noite alguns livros na Saraiva, nos formatos digitais e impressos, e comprando como fazendo uma nova lista ou post. Alguns livros anotados anteriormente, por um detalhe ou outro, perdi o interesse. Incrível, mas essa é a história, e me interessei de cara, e o comprei. Capa: foto da internet. Uma ótima resenha da Viviane Ebuliani do blog Egocêntrico Caracol. O frio chegou aqui no sul, em março de foi muito frio e chuva, agora frio, e tem algumas partes do dia boas, falando em temperatura, mas no começo e final decepciona.

Outra coisa, nem a tag. Uma mudança muito ruim para quem usa, e eu uso sempre. Leia resenha aqui , da internet. Jules sugere usar corpo e uma webcam. Mas logo elas sentem violentamente as consequências.

Lembra aqueles livros de faroeste, pequenos. Os livros digitais:. O livro físico:. Só me falta baixar minhas duas aquisições. Sinopse acima. Mais do livro nesse link. Preocupo-me muito com os meus aparelhos. Pudesse eu colocava aqui um nobreak. Pelo menos ainda lendo. Os livros.

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Espero que seja só isto! Meu primeiro livro deste mês foi Uma Saga Na Toscana , de Belinda Alexandra , comprado em dezembro, e o segundo, comprado em janeiro e começado hoje, é Alice , de B. Meus livros lidos de Nua Raine Miller. Loney Andrew Michael Hurley. Destrua-me Tahereh Mafi. Subindo Pelas Paredes Alice Clayton. Li aos poucos e todos os dias, e terminei hoje no fim da tarde. Resenha na imagem. É brincadeira o que temos que fazer para proteger o que é nosso.

Resenha do livro Estilhaça-me , que é o primeiro livro. Um grande romance com princípio, meio e fim, e com personagens marcantes como a forte Elisa e seu amado Paul.