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Aos 45 anos, Adrienne Willis repensa toda a sua vida quando o marido a abandona por uma mulher mais jovem. Com o coração partido e em busca de. Há três anos, Adrienne Willis perdeu as esperanças no amor quando o marido a trocou por uma mulher mais jovem. Tendo que cuidar sozinha dos três filhos. Ofertas · Leia online (PDF) Resenhas para Noites de Tormenta (28). ver mais. Arrasador, como uma noite de tormenta! Mari Siqueira. 4. on 14/12/ Noites de Tormenta é um dos livros mais fofinhos do Nicholas Sparks. Sua escrita.

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A rotina com os amigos era um direito sacramentado. O apartamento se transformou em ponto de encontro de figuras suspeitas, um entra e sai de tipos estranhos que o fez invejar a ordem de despejo de Lana Ley. A paladina, mulher de meia-idade, seu rosto marcado pelos anos, vigiava atentamente os arredores enquanto o jovem clérigo usava seus milagres para dar voz à vítima falecida. Duas moscas passeavam por seu peito. A pergunta fez a jovem se retrair. Pedi que continuasse. Trevisan; capa de Evandro Gregório. Mas o aventureiro nômade nada notou e nada suspeitou. Com cuidado, Javelin se arrastou pelas telhas até a beirada, logo acima da janela da jovem, e olhando para baixo pôde ver que estava entreaberta. E olhe para você, sujo feito um mendigo! Hoje tiro a limpo, jurou Ribeiro, e seguiu em silêncio pelo Aterro. Trevisan; capa de Evandro Gregório. Tinham descido mais da me- tade quando começaram a ouvir vozes. Ah…, e se recompôs diante da objetividade da interlocutora. Em meio de tantos lançamentos de livros de fantasia e mistérios li Noites de Tormenta.

Há três anos, Adrienne Willis perdeu as esperanças no amor quando o marido a trocou por uma mulher mais jovem. Tendo que cuidar sozinha dos três filhos. Ofertas · Leia online (PDF) Resenhas para Noites de Tormenta (28). ver mais. Arrasador, como uma noite de tormenta! Mari Siqueira. 4. on 14/12/ Noites de Tormenta é um dos livros mais fofinhos do Nicholas Sparks. Sua escrita. CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ Sn Sparks, Nicholas Noites de tormenta [recurso. Noites de Tormenta - documento [*.pdf] OO SSoorrrriissoo ddaass a ler romances do Oeste e livros acerca da Segunda Guerra Mundial. Noites de tormenta Baixe um trecho do livro Onde baixar Writer'sDigest. Nicholas Sparks já vendeu mais de milhões de livros nomundo. Há três anos.

Fragmentos de seu pen- samento confuso chocavam-se violentamente contra as paredes do crânio. Fez uso das ruelas mais obscuras, esforçando-se para despistar com um caminho torto. Chegou ao porto seguro da casa de car- nes, tropeçou no degrau da entrada e caiu ruidosamente. Abriu os olhos depois de um tempo. E olhe para você, sujo feito um mendigo!

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E a bagunça que deixou aqui! Seu merdinha, precisa é de um corretivo! Zerimar tentou engatinhar para longe, mas o açougueiro conseguiu agarrar a camisa puída, rasgando-a. No que o algoz levantou a vara para punir mais uma vez, Zerimar se fez aríete e golpeou a cintura do homem com o corpo, derrubando o agressor.

Torceu o pescoço com um estalo. Ossos percutiam um batuque febril, que urgia Zerimar a coroar o ato. Pressionou um após o outro contra a orelha, colorindo face e cabelos com vermelho espesso. Você é realmente o Escolhido; é merecedor da honra de ser a Casa de Deus! Enterrou com vontade os dentes no tecido mole, arrancou pedaços suculentos, os engoliu, ora inteiros, ora mastigados. Sentiu o relaxamento que segue um orgasmo. Momentos depois. Exausto, aninhado na carcaça do açougueiro, Zerimar ouviu novamente a voz, agora terna e familiar, dentro de si.

Faça como eu disser. Saiu pela porta, si- lencioso na madrugada do bairro comercial deserto. Te levaremos a um esconderijo se- guro. Pediu velas. Pena e tinteiro. Durante estes dias, a alquimia que se iniciou no momento da an- tropofagia continuou transmutando Zerimar. Emergiu do transe banhado em sua própria urina e fezes, ascendido. Zerimar tinha algo melhor: um plano. Eram o oposto: nas- ciam de dentro. Sem o elo com o mundo externo, os laços com a realidade eram enfraquecidos.

Mesmo as parcas refeições eram orquestradas de maneira a maximizar o tratamento. Os intervalos entre refeições eram dispostos para confundir — em algumas ocasiões, podiam passar dias entre um prato de comida e outro; em outras, poucas horas. O processo levava a psiquê até o limite da sanidade. O culto tornou-se viral. O que lhe tirava a paz era de natureza metafísica.

Veio o conhecimento, e este, sem demora, tratou de rasgar o cobertor de ignorância que aquecia Zerimar. No sonho tóxico da substân- cia entorpecente, conferenciava com a divindade. Devastado, Zerimar preparou uma dose letal da droga, recurso extremo para fechar o círculo, um retorno ao início, quando queria que as vozes calassem. Finalmente conseguiria. Na primeira vez em que te procurei, ele estava adormecido, e eu apenas o despertei.

Nunca notou o paradoxo? E qual a ferramenta que você, carniceiro cruel, utiliza para abrir tais chagas? Procedimento racional. Sou todas essas coisas. O medo de Zerimar virou entusiasmo histérico. Direcionaram sua santidade à tarefa de montar as peças do quebra-cabeça desordenado.

A paladina, mulher de meia-idade, seu rosto marcado pelos anos, vigiava atentamente os arredores enquanto o jovem clérigo usava seus milagres para dar voz à vítima falecida. A carícia chegou até um dos olhos, e o arrancou, intacto.

Depositou-o sobre um dos pratos da balança. Após poucas substituições, três moedas sobre o prato entraram em equilíbrio perfeito com o globo ocular sentado no oposto. Infelizmente, estavam enganados.

Nunca permitiu que bobagens como princípios e honestidade o atrapalhassem e era sobre esse credo que o ladino vivia cada um de seus dias. O mais próximo que havia tido de uma família eram seus comparsas, com quem havia limpado muitos cofres, bolsos e casas ao longo de todo o reino de Ahlen. Havia arrumado mais um monte de inimi- gos, nenhuma novidade! Um dia, ao olhar seu rosto esbelto em um rio, Javelin percebeu que sua beleza lentamente esvanecia. A idade estava chegando, os cabelos castanhos ganhavam um tom acinzentado.

Felizmente Javelin era alguém e por isso se enquadrava entre os candidatos potenciais para esse roubo. Era na cidade costeira de Nilo que a tal Liga se abrigava. Um roubo dessa magnitude precisava de planejamento, paciência, temeridade e um lugar quieto onde colocar suas ideias em ordem. Javelin era um homem de fé: acreditava fervorosamente que ninguém era melhor do que ele na arte do furto e por isso achou que o lugar ideal para suas orações era o templo local.

Passou ao seu lado, aproximou-se da caixa de doações e com grande desprendimento despejou dentro uma grande quantidade de moedas. Os olhos do clérigo quase saltaram para fora en- quanto ele agradecia repetidamente a vultosa soma. A jovem esboçou um sorriso fraco, para depois adotar um ar tris- tonho.

Mas tudo o que eu queria era alguém que pudesse me levar embora dessa cidade, um príncipe que me amasse e me libertasse do jugo desse tirano. Javelin começou a antever possibilidades. Aproximan- do-se mais de seu ouvido, sussurrou. Haveria de baixar os cavalos, a comida e subornar um ou outro guarda que se encontrasse pelo caminho.

Estou certo que seu pai enviaria caçadores em seu encalço. Era a oportunidade perfeita. Vire à esquerda e siga pela estrada sinuosa que sobe a pequena colina.

Javelin assentiu, levantando-se do banco e saindo discretamente do templo. Havia preparativos a serem feitos. Antes da hora combinada, foi até as imediações da casa da jovem, estudar e avaliar o local que iria invadir. Após medir com os olhos as paredes que teria de escalar e qual estratégia usaria para o resgate, Javelin resolveu esperar o cair da noite fazendo o que mais lhe agradava, bater carteiras no mercado e usar o dinheiro recolhido para comer e beber na taverna local.

Chegando ao estabelecimento, pediu ao taverneiro um assado de cordeiro e uma caneca de cerveja. A comida estava fria e encruada e a be- bida, horrível, uma mistura de suor de orc com urina de kobold. Ainda tinham quase todos os dentes na boca — alguns até de ouro — e a maioria se banhava com certa regularidade.

Tendo enchido a barriga, achou por bem acalmar seu espírito e com o troco de seu trabalho no mercado, levou uma das meninas para entretê-lo até a hora do golpe.

Colocou as moedas do pagamento sobre a cômoda, vestiu as roupas e saiu do quarto. Entrou em um beco lateral, alcançando os fundos de um prédio vizinho.

Antes de escalar, arrancou as botas de que tanto gostava, assumindo a postura que lhe garantira seu apelido. Com maior aderência a parede e fazendo menos barulho, e escalou o telhado como um gato. Depois recolheu a corda, guardando-a em sua cintura. Em pé, bus- cou restabelecer o equilíbrio, tomou fôlego e com um salto alcançou o telhado da casa do mercador.

Sentiu seus pés descalços tocarem a fria telha de chumbo, fazendo um ruído seco e pouco perceptível.

Com cuidado, Javelin se arrastou pelas telhas até a beirada, logo acima da janela da jovem, e olhando para baixo pôde ver que estava entreaberta. O quarto estava escuro, iluminado apenas pela fraca luz da lua.

A passos lentos aproximou-se do leito da jovem. Era o cano de uma pistola. Algo raro, uma vez que a pólvora era proibida no Reinado. Javelin sorriu, achando a brincadeira engraçada. Que- rido, eu o peguei! Logo passos puderam ser ouvidos vindos do corredor, uma dezena deles. Eram cinco, todos arma- dos com sabres, e entre eles o mesmo homem que vira na igreja. Pensei que ele fosse seu pai tirano que a mantinha presa — questionou decepcionado com sua própria inocência. Tudo foi um plano para atraí-lo até aqui.

Que eu estaria aqui? Você faz ideia de quanto sua cabeça vale na capital? Tudo estava explicado. Aqueles malditos ladrões haviam entregado sua vida por conta de um simples roubo.

Javelin estava decepcionado ao perceber que seus antigos aliados haviam escapado da forca às suas custas. Olhou em volta, observou cada elemento do aposento e rapidamente traçou um plano. O tapete grosso começou a pegar fogo em altas labaredas, instau- rando o caos. Ao menos era melhor que a alternativa. Suas pernas, suas costas, seus braços e todas as outras partes de seu corpo doíam.

Se esgueirando, conseguiu alcançar uma outra rua e, para sua sorte, avistou um cavalo amarrado. Enquanto corria, Javelin pensava sobre como sair daquela enrasca- da.

Concluiu que só havia uma saída, os portões de ferro que separavam a cidade da estrada principal. Estava livre. Mais uma vez tinha tido sorte. Só havia uma coisa que realmente o incomodava e o entristecia.

O asco e o medo fa- ziam o homem que afundava vomitar para novamente engolir. Con- forme mergulhava no abraço reconfortante do vazio, esquecia-se da dor, das cordas que lhe atavam os pulsos e do peso das correntes que o ar- rastavam para as profundezas do Oceano.

A mente divagava através dos anos, mostrando em poucos instantes dias inteiros. Meses até. Lembrava-se de quando ela tivera início, ainda na ci- dade pirata de Quelina e remoía os detalhes que o haviam levado até o fundo do mar. E os mares de todo o mundo se curvavam ante sua quilha. Evitar, a todo custo, que o navio fosse a pique. Nos olhos da fera via-se apenas dor e morte. Es- forçava-se de forma sobre-humana para evitar que fossem arrastados pela tempestade de encontro aos recifes ou a algum banco de areia ainda invi- sível, ao mesmo tempo em que manobrava para longe do predador.

Fome, sede, dor. Por isso, este novo sinistro haveria de ser encarado e superado, como todos os outros. Mas mesmo que o sal e as trevas lhe deixassem cego, ainda havia o barulho para guiar seu caminho. O trovejar insano antecedido pelos re- lâmpagos.

E em sua ânsia por saber e viajar, deparou-se com o oceano. Construiu seu próprio barco com a madeira de sua terra, e carregou consigo os ideais de sua gente. A Réquiem era uma parte de Tollon. Tocava violino enquanto seus comandados abordavam e pilhavam. O arco do instrumento, uma espada, bebia do sangue daqueles que se co- locavam em seu caminho. E também conquistou o amor de Andressa, e o ódio do peque- no rato que lhe trouxera até aquele ponto do mar. Bahunin Von Kriegerr.

Foi Jean quem trouxera Bahunin até Quelina, a cidade secreta dos piratas, em troca de parte da fortuna que havia herdado dos pais comerciantes.

Encontrou-o no palco improvisado com caixotes de madeira do Roger Festivo, a pior ta- verna de toda a cidade. Tal descuido, provindo de qualquer outro naquele lugar seria um convite claro o reino dos mortos. Contudo, a tatuagem mística que tomava todo o crânio de Jean-Luc, o inconfundível símbolo dos piratas — Osso e Caveira — lhe permitia este tipo de liber- dade. E graças a ela pôde notar a chegada de Bahunin.

Parou de tocar no mesmo instante. Só mesmo um pirata teria uma ideia des- sas — cortejou o entrante com uma pequena mesura. No entanto, mesmo tentando aparentar tranquilidade, o suor es- corria farto pelo rosto do professor, incapaz de evitar a tremedeira nas pernas.

O semblante tosco procurava sorrir, mas no íntimo Bahunin bem sabia. Um passo em falso e estaria morto. A arma pessoal, a espada curta que lhe servia de arco totalmente à mostra, deixava claras suas intenções. Os olhares se encontraram por um breve instante, e Bahunin re- cuou de pronto, encolhendo-se por dentro. Invejava e temia Jean-Luc.

Ousadia ou apenas loucura? Falo de algo mais do que apenas um punha- do de Tibares, de moedas. Falo de ouro. Para baixar o mundo todo! A isca estava lançada, e por todos os deuses, era uma boa isca.

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Bem sabia que agora ele o estudava, procurando compreender até onde aquilo seria um blefe. O dedo em riste apontado para o rosto magro. Igualmente lhe foi exigido que nem a menor palavra sobre a troca deveria chegar aos ouvidos de outro além dos dois.

Embarcaram no meio da noite, evitando informar aos membros do Conselho da cidade o motivo de sua partida, tampouco o objetivo da busca. Jean-Luc preferiu agir de forma mais discreta, desaparecendo de Quelina. Eram contratados por parte do valor da pilhagem, em geral fazendo apenas uma ou duas rotas antes de novamente se afogarem em rum, no peito de algu- ma rameira ou em ambos.

Quando o dinheiro acabava, voltavam a viajar. Ela, médica no reino de Salistick por quase toda vida. E para eles, isto bastava. Esta primeira rota era a parte mais simples da viagem. E o deus dos mares é um pai severo. Através dos portulanos. Diziam respeito, em sua maioria, a certas estrelas no céu noturno, que, infelizmente, nunca estavam no lugar onde o professor indicava. Esta tal Ilha Pequena poderia ser do tamanho de Deheon e ainda assim passa- ríamos pelo meio de suas pernas se estivermos apenas duas ou três milhas fora do curso.

Preciso que me diga o que leu nas tais pedras. E preciso que diga tudo. O sol continua nascendo a estibordo. Odiava depender dos outros.

Temos provisões para seis meses a bordo, grogue e carne salgada. Os homens outrora irritadiços e viris agora eram apenas trapo. Caíam como moscas, comendo a carne dos ratos que encontravam em condições ainda piores. Magros, abatidos, sedentos. Meio mortos, mas ainda instigados a lutar. A voz de Jean-Luc se erguia sobre a proa e dava ordens. Um nível abaixo, Andressa amarrava os enfermos aos seus catres.

Bahunin estava de novo inconsciente, e o sangue corria lamacento através da craniotomia que lhe aplicara. Estava magro, e o escorbuto o fazia urinar sangue.

Mas o metal se mos- trava cego de encontro às escamas largas do inimigo. Apenas os relâm- pagos iluminavam a noite, e as ondas ocultavam os movimentos da fera sob o casco. Mas era um erro pensar que o imediato estava fora de seu ambiente.

Mas a serpente foi precipitada. A lança foi jogada com a força de um disparo de pistola, atingindo-a sob a cabeçorra fria. Havia novamen- te sangue chovendo sobre o Réquiem. Mas desta vez o sangue pertencia à criatura. Atacou o navio com um golpe de corpo e procurou mergulhar para as profundezas. Foi impedido por um conjunto de arpões disparados pelos homens, o metal enganchando fundo na ferida aberta.

Nova salva de tiros, desta vez com gravida- de ainda maior. A fera, sentiu pela primeira vez temerosa, buscou novamen- te a segurança das profundezas, arrastando consigo mais dois homens. Ao notar ser impossível, voltou em busca de liberdade ou vingança.

Um novo estampido diferente do barulho dos canhões ou do mons- tro surgiu. O som de madeira rachando engoliu tudo, e logo após silêncio. Um novo sacolejar torceu a quilha, partindo-a em duas. No tombadilho, Jean-Luc abandonou o leme e correu até as cor- das que retesadas mantinham a serpente amarrada ao navio. Vendo-se livre, o monstro partiu em fuga para curar-se dos ferimentos. Possivelmente seria morta por selakos ou algum outro predador mais forte antes disso. A borrasca lentamente morreu com a noite, e a longa madrugada teve início.

Andressa contava os sobreviventes em meio aos escombros enquanto Forja Negra e Jean-Luc analisavam munidos de lampiões a óleo o rombo causado por um recife no casco do navio. Tudo o que encontrava era a caótica imagem de barris caídos, pedaços de madeira e sargaços. Pegou uma garrucha para si e passou duas delas para Forja Negra. Entregou-lhe a chave do arsenal antes de se dirigir até sua cabine. Ouviam um ritmado som dis- tante. Com ela acendeu outras três em torno da popa, procurando iluminar as trevas da melhor forma possível.

Voltou-se para Andressa acariciando-lhe o rosto. Morreu sem sequer recobrar a consciência. Provavelmente pequenos botes. Jean-Luc o olhou de soslaio e voltou-se novamente para a médica de bordo. Tinham pouco tempo até a abordagem. Contando comigo. Sem dar tempo para qualquer protesto de An- dressa, voltou-se novamente para o imediato.

Formaremos uma linha de tiro, alvejando sempre que se aproximarem do casco. Os barriletes haviam escapado razoavelmen- te bem da tormenta, secos e lacrados. Em dois pequenos saltos, ganhou seu quarto. Estava revirado devido aos solavancos do ata- que, mas em condições visivelmente melhores que o restante do navio.

Nele também repousava oculto o mapa do caminho que o trou- xera até ali. O portulano da viagem. Colocou-o uma vez mais a salvo e regressou ao tombadilho. O som dos tambores aumentou em quantidade e intensidade, e com eles chegaram os primeiros gritos.

Silvos de ódio em um idioma gutural, desconhecido por todos. A faixa de litoral formava uma longa baía protegida por três pene- dos rochosos esculpidos em forma de gigantes de pedra. Sobre um deles repousava a Réquiem.

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A cadeia de montanhas baixas havia sido igualmente moldada em degraus, aqueles mais próximos à base tomados por linhas de cultivo e os mais altos por residências e templos. Os três caíram antes mesmo de representarem perigo real.

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Pareciam-se com homens, um pouco menores, contudo. Tinham cabelos negros, mantidos curtos ou em tranças. À primeira vista aparen- tavam ser totalmente brancos, mas estavam na verdade pintados com uma espécie de tinta cal. Armavam-se com maças ou bastões feitos de prata, ou de algum material semelhante.

Outros quatro haviam sido abatidos quando o primeiro conse- guiu invadir o convés. Esgueirou-se através do tombadilho e acertou um dos piratas em cheio. Forja Negra desarmou o inimigo e o matou com a própria arma, valendo-se dela para atacar qualquer outro que com ele ousasse medir forças.

Mas eles continuavam vindo. Para cada um que caía, outros três subiam a bordo. A espada de Jean-Luc passou a beber sangue, um após o outro enquanto os tiros escasseavam. Os deuses da noite e do dia unidos num só. Foram despertados dolorosamente para a realidade pelos captores. O tal apenas chorava, murmurando alguma coisa.

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Talvez es- tivesse rezando, ou confessando uma vida de pecados. Restavam apenas os três. Agora podia vislumbrar o lugar e ver além da montanha onde estava. A cordilheira formava um vale interno onde uma cidade impressionante se movimentava. Casas sem telhado eram empilhadas umas sobre as outras, construídas de tijolos simétricos. A capital de um reino esque- cido pelo mundo. Seu interlocutor avançou até colocar-se diante dele, caminhando de forma lenta e pomposa.

Era um homem gordo, diferente dos outros. Tinha o corpo pintado em tons de prata e ébano, muito mais alto que os soldados na praia. Diga seu nome! Novos golpes. Fraco, sujeira velha escorrendo pelo rosto molhado, havia atingido o limite de suas forças físicas e mentais. Com uma ordem do rei, foi libertado e colocado de pé. Lavado por duas mulheres de torso nu e ungido em óleo.

Seus gritos foram repetidos por todos que ali estavam, ganhando a montanha, e a partir dela toda a cidade eterna. O pirata caiu de joelhos, gritando de dor enquanto recolhia as próprias tripas que escapavam pelo corte.

Riram com vontade, apesar dos golpes dos guerreiros e da ira de Ogou que exigia silêncio. Num brado, ordenou que Forja Negra fosse colocado de pé imediatamente. Uma coisa era certa. Mas estava sozinho agora.

E era sua vez. Queria contar-lhe sobre tudo o que planejara para o futuro de am- bos. Da riqueza que lhe proporcionaria, e da maneira como a amara como a mais ninguém em toda a vida. Sua mente quei- mava, e seus olhos viraram nas órbitas. Procurava alguma coisa em sua mente, atravessando-o com os dedos de harpia, as unhas arranhando-lhe a tatuagem no crânio. Sobre o convés, milagrosamente, como uma fênix renascida das cinzas estava Andressa.

Seus cabelos louros esvoaçando ao sabor da brisa. Os guerreiros, confusos, arrancaram Ogou do trono e o despiram de toda a pompa. Dos céus desceram um bando de aves negras como a noite, que se banquetearam de seus intestinos. Havia luto em Mirak. Onde estamos? Tocou a fronte do seu paciente em busca de algum resquício de febre, mas nada encontrou.

Como chegamos até aqui? E o que você estava fazendo no barco? De acordo com o que me disse, Ogou era uma espécie de profeta, alguém que havia sido enviado para preparar o caminho para os Eleitos que viriam do mar para reinar sobre toda Mirak. Ogou foi descrito como alguém impres- sionante por eles.

Aparentemente, ele tinha o dom de cuspir fogo com seu cajado, e matar um homem sadio a grandes distâncias. Ele usava pólvora. Apenas os sacerdotes aprendem magia em Mirak, e ela era bem rudimentar. Restringia-se a curas menores, o con- trole sobre certos animais e um método medíocre de leitura de mentes.

Era algo presente, um perigo próximo. Azgher é o sol; Tenebra, a noite. Sabe como essas tolices supersticiosas me irritam. Andressa sorriu descul- pando-se pelo pequeno desabafo antes de retomar a sua narrativa. Um pó escuro e frio como a noite, ca- paz de trazer o calor e a luz do fogo. Talvez pela primeira vez em anos, quem sabe até em sua vida, havia alguém em Ilha Pequena capaz de provar a sua farsa. Indícios que ele encontrou em você, quando me viu no convés do navio graças à sua tatuagem.

Ao me ver e pensar em mim, você me mostrou a ele. Provavelmente devido a minha semelhança com o Eleito da profecia. Cabelos da cor do ouro, conhecedora dos segredos da vida e da morte. E, graças a Bahunin, porta- dora do símbolo da Cidade Eterna — Andressa pegou o colar em forma de lua cheia, explicando de que forma o recebera.

Provavelmente conhecia a profecia e sabia dos nativos. Cada cenote é uma espécie de portal. Estaríamos ricos agora. Infelizmente, nunca mais poderemos voltar até Ilha Pequena.

Com o livro poderíamos regressar e, com uma esquadra maior, colocaríamos os nativos a ferros. Reinaríamos sobre o mar como um dia sonhei.

Uma porta no fundo do casebre se abriu e em pouco tempo deze- nas de marujos surgiram pela praia cercando o casal. Isso é verdade? Esta- va em Quelina, o lugar onde jamais desejaria tornar pôr os pés.

Onde havia negociado o amor de sua mulher. Andressa lhe traíra pelo ouro de Ilha Pequena. E também me contou como você, Jean, vendeu o meu amor por um punhado de ouro. Estou apenas empatando as coisas. Andressa concordou com um aceno. Foi levado a bordo de um navio e torturado até quase perder a consciência. Teve os braços quebrados e amarrados a uma corrente, assim como as pernas. Arrastado até a prancha onde se- ria empurrado para a morte, recebeu dois tiros, um em cada rótula.

Após um rompante de ira, seu rosto desanuviou-se e, virando-se de costas, deu a ordem. Seu corpo precipitou-se pelo costado, involuntariamente seguindo o amor de sua vida até as profundezas do mar. Ao lado da prancha estava jogado o portulano de Jean-Luc, onde linha após linha, pauta após pauta, uma série de notas musicais haviam sido delicadamente anotadas com carinho e esmero. Naquela noite, o bardo do navio resolveu entreter a todos com uma nova balada que contava a histórias sobre o preço do amor.

Seus corpos balançando ao sabor da maré. Irritado com a falta de sorte, procurava um lugar para se proteger. E suas visitas àquela corte tinham cessado após a chegada do pior pesadelo de qualquer pessoa. Nunca antes ousara aproximar-se tanto da tempestade rubra, chamada Tormenta, muito menos de seus demônios. Uma estrutura de madeira apareceu mais a frente fazendo-o sorrir. Seu estado de espírito anuviou-se um pouco ao chegar mais perto do abrigo.

Um cavalo estava amarrado no lugar destinado às montarias.

O conjunto fora um presente do Rei-Imperador Thormy, em agradecimento por uma ode composta para o festival de Valkaria, que cele- brava tanto a cidade quanto a deusa que lhe havia dado o nome.

Amarrou seu cavalo e serviu-lhe uma boa dose de aveia. Quando abriu a porta, foi saudado por uma lufada de ar quente que o acolheu como boas vindas. Sou Victor, bardo e menestrel. Em bre- ve, a chuva passaria e cada um seguiria seu rumo. Olhou ao seu redor, avaliando o lugar. Era um alojamento muito simples, com apenas um grande cômodo, sem divisões ou mobília. Um monte de palha limpa estava amontoado em um canto. Resignado, Victor tirou a capa encharcada e a pendurou em um gancho na parede.

Juntou um pouco de palha que cobriu com a manta. Acomodou-se perto da la- reira e se pôs a mordiscar um pedaço de queijo. Acordou com um movimento a sua frente. Entreabriu os olhos e viu que o outro ocupante do abrigo remexia em suas provisões. Acho que vou ter que lhe ensinar boas maneiras à força. Victor sentia o frio do metal contra o seu pescoço. Mas Victor era mais forte e aproveitou-se disso. Você estava tentando me roubar, lembra? Soltou-a devagar. Olhava para Victor com um misto de raiva e medo que quase o fez gargalhar.

Porém, antes que ela conseguisse pegar a comida, o bardo recolheu o braço. Os grandes olhos se estreitaram e Victor deu graças aos deuses por ter desarmado a elfa. Estou aqui para estudar a Tormenta. Ele jogou a comida e a elfa começou a comer imediatamente. Sou uma barda. Ela parou de comer por um instante. Como assim? Ele voltou a sentar perto do fogo, subitamente sério. Quero algo mais impor- tante que isso. A elfa tinha acabado de comer e bebia um pouco de vinho.

O silêncio caiu entre os dois, imersos que estavam em seus próprios pensamentos. Sim, havia se tornado fa- moso e todas as cortes do Reinado estavam de portas abertas para recebê- -lo. Até que também foi vencido pelo sono. A chuva estendeu-se pelo resto da tarde e por toda a noite. O dia seguinte chegou com um sol fraco que prometia se fortalecer com o passar das ho- ras. Victor foi o primeiro a acordar, testemunhando assim o quanto a jo- vem elfa estava exausta.

Foi feito pelo meu pai. O rosto fechado mostrou a Victor que tinha tocado em um ponto sensível. Ela começou a mordiscar distraída. E como você veio parar aqui? A pergunta fez a jovem se retrair. Ele estava pronto para partir. Seu embornal de viagem estava nas costas, com todos os pertences que tinha trazido ao abrigo.

Victor era um cínico. Tinha visto desgraças demais, mortes demais, traições demais. Hesitou um pouco antes de falar. Quer ir comigo? É sempre mais seguro viajar em dupla. Crisobel hesitou por alguns instantes. Mas ela respirou fundo, como se tomasse coragem, e disse: — Quero sim. E pela primeira vez, sorriu. Dois dias se passaram tranquilos até demais. Paravam em algumas delas para conversar com os aldeões, porém era quase como conversar com zumbis.

Só sugerira que viajassem juntos para poder ajudar a menina. A elfa preparava a comida, uma espécie de sopa com bata- tas e um pedaço de carne seca. Levantou o rosto e encarou os olhos cor de ameixa. Mas você O que tenho a perder? Reconheci algumas das suas canções. É recebido nas cor- tes e nos teatros das maiores cidades do mundo! Victor suspirou. Até mesmo pelos padrões da minha raça. Vou tentar ex- plicar Nada vai sobreviver para daqui a duas ou três gerações.

Eu quero uma que me faça transcender. É assim que a humanidade é. A panela fervia sobre o fogo e Crisobel correu para ajeitar tudo. Naquela noite, antes de dormir, Victor pensou que poderia se acos- tumar à presença dela em sua vida.

E isso o assustava mais do que a pos- sibilidade de encontrar demônios da Tormenta. Ainda era apenas uma mancha no horizonte, tingindo o céu de tons sangrentos. Se formos em frente, che- gamos a Coravandor. Que ideia absurda, Crisobel! Como vamos escrever sobre a Tormenta?

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Aos poucos, o tempo co- meçou a mudar. O sol fraco foi coberto por nuvens escuras, carregadas de chuva. Logo depois, um marco anunciava que estavam saindo de um baronato e entrando em outro.

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Victor quebrou o silêncio. Estamos agora no baronato de Roerbuck, que teve grande parte de seu território tomado pela Tormenta. Crisobel balançou a cabeça. Era a hora de se unirem para combater o inimigo comum. Ele deu de ombros. O que é aquilo? Mais à frente, numa curva do caminho, uma carruagem encontra- va-se virada.

Os cavalos estavam mortos, com as gargantas cortadas. Cri- sobel abafou um grito de repugnância. O bardo olhou para o céu antes de responder. Ela olhou ao redor, a estrada completamente deserta. O silêncio era quase absoluto. Esconderam os cavalos e se colocaram a caminho. A trilha era estreita e descia de maneira íngreme. Tinham descido mais da me- tade quando começaram a ouvir vozes. Bastante humanas. Só o rosto. Espalhem as tripas dele. Victor olhou para Crisobel, que estava de olhos arregalados.

Pediu ainda mais silêncio enquanto desciam com cuidado redobrado. Chegaram à borda da clareira de onde vinham as vozes. Um ho- mem bem vestido, careca e de rosto vermelho estava parado no meio, con- templando a cena macabra a sua volta.

Pobre Fabian, ser morto desse jeito pelos demônios da Tormenta Phillip e Morris devem estar voltando com a armadura de demônio para deixar ao lado dos corpos. Isso alarmou Victor. Se tinham mais soldados além dos que esta- vam na clareira, ele e Crisobel estavam em perigo. Fez sinal para Crisobel começar o caminho de volta, mas nem bem deram as costas para a clareira e encontraram os dois soldados que voltavam carregando um embrulho.

Os soldados da clareira responderam ao grito e se aproximaram. Os bardos sabiam que tinham poucas chances de saírem ilesos dali, mas pretendiam vender caro a derrota. Ele chegou mais perto e analisou Victor. Ele pôde sentir Crisobel tremendo e teve vontade de socar o imbe- cil. Resolvam isso logo. Os soldados avançaram, todos de uma vez.

Cortes nos braços e no peito sangravam o bastante para manchar sua roupa. Crisobel parecia melhor, mas estava dando si- nais de cansaço. Ele pensava no que fazer quando o vento mudou. O ar pesou e o ventou parecia ter forma e voz, gemendo e debochando deles. O vento se tor- nou mais forte e mais denso, com uma tonalidade rubra que fez os pelos do braço de Victor se arrepiarem.

Era como um centauro, se centauros fossem seres metade escorpiões e metade demônios, o corpo coberto por escaravelhos. Mas outra parte dele, puro instinto, só queria puxar Crisobel dali e correr. Matem o infeliz que o demônio vai embora! Talvez os homens estivessem dispostos a seguir as ordens. Ou, tal- vez, estivessem assustados demais para isso. Ele se colocou na frente da elfa, disposto a protegê-la.

De alguma forma bizarra, o de- mônio estava fazendo com eles o mesmo que tinham feito com os homens de Laguardia. Estranha justiça poética. Avançou para cima de Victor, quase rosnando. A faca abriu um buraco no peito e ele cambaleou. Nesse momento, Crisobel interveio. Crisobel estava apavorada. Podia ser uma elfa, sobrevivente da grande desgraça que se abatera sobre seu povo, mas era nova demais para se lem- brar do que tinha acontecido.

E Roerbuck estava tentando matar Victor. Victor estava caindo, quase inconsciente. Eu te amo Ele fechou os olhos e Crisobel gritou. Tranquilizou-se quando viu que o bardo ainda respirava. Era bem mais pesado do que pensara. Uma lufada de ar e o demônio estava ali, parado bem a sua frente. E para surpresa da elfa, a criatura pareceu se incomodar com aquilo. Assustada, fechou os olhos com força. Quando abriu, estava sozinha na chuva, car- regando Victor. A custo, conseguiu descer com a montaria, colocar o bardo no lombo do animal e subir com os dois até a estrada.

Victor abriu os olhos, assustado. Só acalmou quando ouviu a voz que amava e odiava ao mesmo tempo. Mas Crisobel sorria, aliviada por vê-lo acordado. Os homens de Laguardia nos encontraram pouco depois e nos trouxeram para Coravandor. A luta contra os soldados.

O demônio que surgiu. A macabra morte do nobre. E a coragem da menina que lutara por ele. Poderia ter fugido, mas mesmo assim enfrentou Roerbuck por mim.

E disse que me amava. Ou é a febre que me faz imaginar coisas? Eu preciso saber. Eu pensei que ia te perder. Você disse só por ter achado que eu ia morrer? Sentiu vontade de sacudi-la pelos ombros de tanta ansiedade. Finalmente, ela respondeu. É verdade. Provavelmente pensando que Victor iria debochar dos seus sentimentos.

Porém, o bardo simples- mente sorriu. A menina era corajosa, inteligente, talentosa e bonita. Os olhos da elfa arregalaram-se, surpresos. Victor sabia que o tempo de palavras tinha terminado.

Estivera doente e recobrava a vida agora. Naquela noite, ele seria dela, totalmente. Victor de Ro- chefoucauld sorriu, satisfeito. Ele curvou-se, lisonjeado. Corri um grande risco para escrevê-la. A baronesa olhou-o ardorosamente. Murmurou algumas bobagens, sabendo que teria um lugar cativo naquela corte pelos próximos meses, até a jovem se entediar dele.

E talvez, numa dessas viagens, reencontrasse a jovem de olhos vio- letas. Era um pesadelo, claro. Mona acordou bem cedinho, chorando. A madrasta veio em seu auxílio com leite, biscoitos e um cafuné. E peixe. Eles nunca se atrasavam. Geralmente Fidelis ia junto, fazendo do car- dume farto seu almoço e jantar.

Era uma rotina, mas era boa. A vida era perfeita. Mas era um sonho, claro. Mona acordou suada, tateando no escuro em busca da calcinha. Marcas do couro constante for- mavam um triste mosaico em sua pele calejada. Fidelis era um gato velho e gordo.

Sua pelagem preta estava de alguma forma descorada, feia. Mona tinha crescido e sua vida era uma merda. Com a realidade ou as lembranças. O calor queimava sua pele rosada.

Em poucas horas encheu o cesto com cinco peixes. A espera de uma carpa gran- de, rara e difícil. Esperaria seu almoço saltar para dar o bote. De pouco contato com a sociedade de Arton, a menina tinha ape- nas visto outras como ela algumas vezes durante suas idas à feira com o pai. Era ingênua e ignorante, daquelas educadas em casa com livros da época dos avós. Ma- chucava e parecia estranho. Sobre a madrasta nunca buscou respostas. Valeria a pena correr novo risco, ainda mais quando o que havia agora em jogo era muito mais que seu próprio destino?

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Isso foi uma das muitas coisas que amei nesse livro. Toda vez que eu achava que a coisa ia desandar, eu era positivamente surpreendida. Ah, eu me apaixonei! Super-Hiper-Ultra-Mega-Power recomendado!