LIVROS DE ANYA BAST BAIXAR


Tiamat World Anya Bast Tentada por Dois 2 Comentário da Revisora Fabiana: O livro é HOT mesmo e vale a pena ler. O Theo e o Marco são. LIVROS GRATIS DE ANYA BAST BAIXAR - Venda o seu livro. Good Things Come In Threes. Nico e Dai procuraram durante anos o terceiro membro de sua . Posted by ana eliza on quinta-feira, junho 30, in Anya Bast, Hot | 2 comments Olá o livro se encontra na biblioteca do blog. na biblioteca, alguns dos posts mais antigos ainda tem o Baixar aqui, os que tiverem isso possa ser que o.

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Viemos de uma terra muito longe da sua. Tem cenas Hots, mas com contedo. Isha 16 de novembro de às Eu realmente j no tenho famlia. Ele riu. Ele sabia tudo sobre seu ex. Mas coisas incríveis e assustadoras aconteceram na saída de Kyra do retiro. Que diabos isso? Ento mais forte Estive sob vigilncia ou algo assim? Mira o olhou com uma sobrancelha elevada. Gemeu de novo, desta vez por causa do aroma dele. Alm disso, tem minerais nela que relaxam seu corpo e ajudam a dormir, querida.

LIVROS GRATIS DE ANYA BAST BAIXAR - Venda o seu livro. Good Things Come In Threes. Nico e Dai procuraram durante anos o terceiro membro de sua . Posted by ana eliza on quinta-feira, junho 30, in Anya Bast, Hot | 2 comments Olá o livro se encontra na biblioteca do blog. na biblioteca, alguns dos posts mais antigos ainda tem o Baixar aqui, os que tiverem isso possa ser que o. Posted by ana eliza on domingo, agosto 14, in Anya Bast, Hot, Magia, Romance Fale sobre o que você achou do livro, do blog, deixe suas opiniões. dos posts mais antigos ainda tem o Baixar aqui, os que tiverem isso possa ser que. Anya Bast - SEDUZIDA NO gilles-gauthier.info Quer ler esse livro em pdf? então baixe aqui em nosso site de Gratis, aguarde o botão de DOWNLOAD que . Bruxas Elementares (Elemental Witches) - Anya Bast. Livro 1 - Bruxo de Fogo ( Witch Fire). Depois de um Download. Postado por Ana.

Como seria seu pênis pressionando contra a entrada de seu sexo? Mira estremeceu e fechou seus olhos, afastando esses pensamentos de sua mente.

Resmungou ao quarto escuro. Doces sonhos. Mira tinha sido incapaz de ocultar qualquer coisa enquanto crescia. Momentos nos que tinha estado muito emocionada, zangada ou aflita, e algo assim como uma brisa a tinha rodeado, inclusive quando ela estava entre edifícios em um dia sem vento.

Talvez porque nunca tinha treinado seu poder, tinham emergido dela em momentos ao acaso? Sacudiu sua cabeça. Jack realmente a estava convencendo. Reclinou-se contra os travesseiros, procurando um lugar cômodo para estender-se. Nessa realidade seus pais tinham morrido em um acidente automobilístico. Capitulo 4 Mira despertou sobre seu lado com um punho pressionando contra sua boca. Jack a tinha desatado em algum momento da noite. Sua mente o tinha feito. Esfregou os pulsos.

A corda nem sequer tinha deixado marcas. O homem tinha talento. Gemendo, rodou pela cama e terminou com seu nariz no travesseiro de Jack. Gemeu de novo, desta vez por causa do aroma dele. O homem era uma ameaça, pura e simples. Sentou-se, sua mente reproduziu a voz de sua madrinha ao telefone a noite passada.

Se Jack de alguma forma a tinha falsificado, era endemoniadamente bom. Como poderia alguém falsificar algo assim? A menos que Jack fosse um mago louco com inclinações a fazer brincadeiras elaboradas.

Esfregou o arco do nariz. E inclusive, se tivesse falsificado a chamada a Annie, como poderia saber sobre o incidente do jardim? Ninguém, exceto ela, sabia sobre isso. Sem mencionar os homens que jaziam na entrada de sua casa quando recuperou a consciência a noite anterior.

Dos que Jack… Engoliu com força… Se encarregou. O que acontecia a eles? Tudo isto fez que sua cabeça doesse muito mais que antes. Exalou um forte suspiro e se deslizou até a borda da cama. Curiosa, abriu a gaveta de sua mesinha de cabeceira e olhou atentamente. Dentro havia mais cordas, nada para surpreender-se, e um punhado de pacotes de camisinhas. Ele seguia golpeando coisas na. Provavelmente, decidiu.

Justo depois de que ele retorcesse suas palavras, ao final, declarando que a magia existia. Ficou de pé e caminhou para o banheiro. Era uma coisa espantosa, cobrindo toda a parte direita de sua testa. Olhando mais de perto e franzindo o cenho, riscou o hematoma com seu indicador. A cor se via mal.

Mira franziu o cenho ao seu reflexo. Como era possível isso? Encolheu os ombros. Provavelmente estava equivocada, tampouco era como se tivesse ido à faculdade de medicina. Um par de jeans e um suéter de seda azul descansavam na bancada. Mais refugos de uma amiga, talvez? Sentia-se enormemente irritada de ser forçada de usar as roupas que as amiguinhas de cama de Jack tinham deixado ali.

Mira se perguntou se ele as teria preso ao aro. Estremeceu, imaginando a si mesma presa por um momento. As imagens vieram sem arrependimento. O grande corpo de Jack cobrindo o seu, a pele escorregando contra a pele, deslizando-se com suas transpirações combinadas. Seus pulsos atados sobre sua cabeça, Jack entre suas coxas. Ela, a sua mercê e dominada completamente por ele.

Mira gemeu, e o som se ampliou pelo enorme banheiro. Como se supunha que sairia disto, enquanto se sentia atraída por seu raptor?

~*Romances Sobrenaturais*~

Voltou-se, fechou a porta, e checou tudo duas vezes antes de tirar a roupa. Necessitava uma ducha. O aroma de comida seguia agarrado a ela sutilmente. Depois de regular o controle da temperatura a seu gosto, meteu-se na ducha e fechou a porta. Seu corpo estava sensível, sexualmente acordado. Tinha passado um comprido tempo desde que havia se sentido assim. Acariciou seu sensível clitóris.

Tinha passado um comprido tempo desde que se provocou a si mesma um orgasmo. Mira terminou seu banho, saiu da ducha e se vestiu com as esmolas. Os jeans eram incômodos e muito pequenos para ela, assim terminou irritada novamente, enquanto saía do banho, penteando seus cabelos, secos pela toalha e com um pente que tinha encontrado em uma gaveta.

Jack estava sem camisa e descalço no meio do quarto. A imagem dele ali à luz do Sol, com seu cabelo desalinhado pelo sono, era suficiente para baixar seu coeficiente intelectual 50 pontos. Deteve-se e o olhou fixamente um momento, com a boca aberta, antes de reagir. Um pentagrama pendurava de um comprido dedo de Jack. Mira franziu o cenho. Mira o olhou receosa. Seu olhar sustentou a dela com firmeza. Piscou, e sentiu a necessidade de baixar o olhar, sentindo-se repentinamente consciente de si mesma.

Ele sustentou seu pulso por um segundo mais, e depois a deixou ir. Afastou-se dele, e colocou o colar. Jack caminhou ao escritório, tomou uma caneta e um bloco de papel de notas e os alcançou. Trarei tudo o que necessite.

Ela se sentou na borda da cama, e fez a lista, enquanto Jack terminava de vestir-se, depois a entregou. Ela afirmou com a cabeça, e seguiu seu nariz até a cozinha. Estava decorado como um apartamento… Caro. Jogo de mesas espalhado pelo corredor. A maioria dos móveis pesados era de madeira. O apartamento tinha um plano aberto. Parecia-se como o apartamento de um solteiro rico, e provavelmente tinha sido decorado profissionalmente.

Ou melhor, o tinha ajudado uma de suas amiguinhas. Mira suspirou. Os pensamentos sexuais e imagens que continuavam aparecendo em sua mente eram incomuns para ela. Elevou um olhar cheio de ira a Jack, enquanto ia à cozinha, como se fosse sua culpa que tivesse perdido os sentidos. Bom, bom, era sua culpa. A cozinha era grande, com uma ilha no meio.

Sobre a ilha pendurava uma grande prateleira com panelas de cobre e taças de vinho de cristal. O estômago de Mira grunhiu. Sentou-se no lugar que tinha uma embalagem de aspirinas. Jack se aproximou e tocou seu prato. Soltou seu garfo e o olhou cautelosa. Ele esfregou seus nódulos contra sua clavícula até que ela tremeu e seus mamilos se endureceram.

Puxou-a com suavidade até que seu nariz ficou a umas poucas polegadas dela. O ponto superior é para o Espírito.

Ele a olhou nos olhos por um muito breve momento. Por um segundo, pensou que ele a beijaria, e seus olhos se entrecerraram um pouco. Considerando essa possibilidade, seus sentimentos quanto a aquela possibilidade eram alarmantemente desconcertantes. Em vez disso, ele soltou o colar e se reclinou em sua cadeira. Mira se afastou com facilidade dele, estranhamente relutante a fazê-lo, e acariciou o pendente.

Deixando-o cair, suspirou. Ela me criou assim. As crianças se rebelam contra seus protetores por muitíssimas razões. Poderia ter escolhido a fé de seus pais. Eles eram católicos, verdade? Annie me disse que se converteu a Wicca imediatamente, e se manteve fervente a ela durante toda sua vida. Mira começou a comer seus ovos de novo.

Ele se deteve, com uma parte de ovo a metade de caminho para sua boca. Jack sorriu. Ele soprou. Resolve bem, caso esteja sozinho. Disse-me que te protegesse. Sua espécie é estranha. Ela soltou seu garfo e o contemplou em silencio por um momento. Ela o olhou. O homem com certeza, gostava de brincar com jogos mentais. Ele descansou seus cotovelos na mesa e a olhou com seus inquietos olhos azuis.

A calidez se converteu em frieza.

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Seus olhos claros pareciam ter a estranha habilidade de conter ambos, fogo e gelo. Ele deixou seu garfo. Isso era discutível. Dependendo de que tipo de problema ele se referia.

Acredito que é o suficientemente curiosa para ficar por um tempo por sua própria vontade. Ela deixou escapar uma risada curta e cínica. Como acha que vou sobreviver sem trabalhar? Mira o olhou por um momento antes de replicar.

Mira se encolheu. Afastou-se da mesa, ficou de pé e foi rapidamente para longe dele. Vejo uma mulher que se enganou até pensar que sabe para onde se dirige. Mira fechou os olhos, sentindo a verdade dessas palavras espalhar sobre ela.

Mira tinha se perguntado mais de uma vez se estava enganando a si mesma. Nem sequer o tinha escutado aproximar-se. Seus braços a rodearam, seu calor, seu aroma e sua masculinidade se fecharam sobre ela, e ele a apertou contra seu peito, enquanto sua boca ia em busca da dela.

E o resto do mundo simplesmente desapareceu. Ela abriu a boca para permitir o acesso, e agarrou seus antebraços, sentindo o manejo e o jogo de seus bíceps.

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Sua língua se enredou eroticamente contra a dela. Isso esfumou todos os pensamentos de sua mente. Sacudidas de prazer subiram por sua espinha e através de seu corpo. O som de um gemido que parecia em parte êxtase, em parte tortura, saiu da garganta de Jack, fizeram que seus joelhos se debilitassem. Ele cortou o beijo, e pousou sua testa na dela por um momento. Ambos respiraram forte e levianamente. E só a palavra parecia rasgar dele. Ele estava excitado. Muito, muito excitado.

Um pingo de poder desenvolvendo-se, espraiou-se em alguma parte, no centro de seu peito. Isso pulsou, depois fez cócegas, depois estremeceu. Finalmente cresceu quente.

Sentiu-se como um casulo florescendo em rosa e crescendo para o sol. Enquanto a boca de Jack trabalhava sobre a dela, um broto de poder intensificava-se e se estendia para fora, procurando. Mira ofegou na boca de Jack, e encontrou os laços de calor emanando dele e se misturou com eles. O poder que florescia dentro dela era sereno, mas muito forte.

Jack estava quente. Era magia. Sua magia. A magia de Jack. Mira soube profunda e profusamente. Jack tinha chamado a sua magia usando a dele. Apesar de que era nova, sentia-se como uma parte dela longamente perdida, como retornar para casa. Eles pareciam encher um ao outro, complementando-se mutuamente.

Enquanto ele alternava pequenos beijos sexys com língua profundamente, penetrando possessivamente sua boca, suas magias se misturavam. Maldita seja esta roupa. Ela queria senti-lo pele a pele. Mira se estendeu entre seus corpos, percorrendo com seus dedos sobre seu pênis, através dos jeans de Jack. Queria-o dentro de seu corpo, queria que suas magias escapassem de suas correias, e se fundissem completamente, enquanto seus corpos faziam o mesmo.

Por um comprido e embaraçoso momento, ele a observou. OH, quanto o desejava, mas ele a soltou e caminhou irado fora da cozinha, amaldiçoando sob seu fôlego. Suas costas golpearam a parede da cozinha com um baque surdo, e se deixou cair até que se sentou no piso de azulejos. Em alguma parte nas bordas de sua mente, escutou golpear a porta de saída. Cada parte de seu corpo ainda estava trêmulo. Seu clitóris se sentia inchado, e seus mamilos estavam duros e sensíveis.

Queria chorar porque ele a tinha deixado dessa forma, embora se sentisse um pouco aliviada. Enquanto a beijava, tinha caído sob alguma espécie de estranho feitiço. Ir para cama com ele, isso teria sido um engano. A tristeza saltou diante sua perda.

Com um só beijo, Jack tinha nublado algumas coisas, e tinha feito outras incrivelmente claras. Todo aquilo era verdade. A magia dele, a dela. Eram reais, tangíveis, força e poder dentro de seus corpos. Mira fechou seus olhos. E, ai, merda… Era uma bruxa.

Uma de verdade.

Kindred of Arkadia - Alanea Alder

Estavam tremendo. Isso significava que todo o resto era verdade. Pior, o assassino saiu impune. Se havia a. Queria… Precisava fazê-los pagar por isso. Ficaria por vontade própria. Levantou-se e procurou o telefone. A mentira travou em sua língua, mas disse a Mike que tinha uma urgência familiar, e precisava estar um tempo fora para endireitar as coisas. Era uma espécie de verdade. E, ah, por certo, tinha que vingar a morte de seus pais causada por um grupo de feiticeiros, ao mesmo tempo se proteger de que esses mesmos feiticeiros a utilizassem para invocar a um demônio.

Como a grande pessoa que era, Mike assegurou que poderiam se arrumar sem ela por um tempo, e desejou o melhor. Trabalhar no restaurante tinha sido sua âncora por meses, e agora se sentia a deriva. Os muito pequenos jeans se afundavam incomodamente em seus quadris, e apertavam fortemente suas coxas. Uma busca nos closets e cômodas de ambos os quartos extras deram nada por resultado.

Mira foi ao quarto de Jack. Depois de abrir umas tantas gavetas, encontrou um moletom esportivo cinza, e uma jaqueta que dizia Universidade de Minessota em imprecisas letras vermelhas e douradas. Desfez-se das roupas emprestadas, e colocou as suaves e gastas com um suspiro. Eram muito grandes para ela. Pior, o material ainda tinha o aroma de Jack.

Agarrou a frente da jaqueta, e a pressionou contra seu nariz, inalando e fechando os olhos. O sexo com Ben nunca tinha sido bom. Só tinha alcançado o orgasmo com ele um punhado de vezes. Ben a tinha feito sentir como se fosse sua culpa, e talvez o.

Obviamente, só o tinha feito para acender a magia dentro dela, e provar de uma vez por todas que era real. Estava sendo uma tola. Sacudindo sua cabeça, caminhou para a janela da sala. Rua abaixo, Minneapolis se espalhava a seus pés, sob um céu frio e azul claro.

Haveria logo lua cheia. Conhecia a data exata de cada lua cheia. Nem modo no piso cinquenta e dois. As caras esculturas de Frederic Remington9 pareciam ser as favoritas. Eventualmente alcançou a escada de espiral e subiu.

A sua esquerda havia uma porta. Abriua e um sopro de ar gelado a golpeou na face. O teto. O verdor se mostrava através dos painéis de cristal. Isso significava que Jack o mantinha temperado e cultivava plantas nele. Bom, ele era cheio de surpresas. Tremeu e fechou a porta. Duas portas terminavam neste pequeno canto de leitura. A primeira sala parecia ser um escritório, com todos os acessórios, um computador de luxo, impressoras e outros eletrônicos mais.

A outra porta estava fechada com chave. O homem tinha fechado com chave uma sala em seu apartamento. Mas por outro lado, estava procurando respostas. Tentou abri-la novamente, e se ajoelhou para examinar a fechadura. Era bem simples, nada muito complicado. Jack nunca saberia que tinha estado ali. Necessitava respostas, ponto. Decidida, Mira girou em torno e retornou ao escritório. Procurou em todas as gavetas do escritório, até que encontrou um clip, e retornou à porta.

Tomou um tempo. Finalmente, o cabo girou e abriu a porta. Meteu o clip no bolso, ficou de pé e acendeu a luz. Outra surpresa. Brilhosos retratos em preto e branco e colorido, penduravam emoldurados nas paredes, e pendiam de cavaletes fortuitamente esparramados por toda a sala.

Mira caminhou ao redor deles, estudando-os. Suas sobrancelhas se enrugaram. Uma foto sensual de uma muito bela loira em uma reveladora lingerie saudou seus olhos. Devia tê-lo sabido melhor. Esta era a sala privada do Jack, e se umas espantosas mulheres sem-roupa queriam que Jack as fotografasse.

Quem era ela para julgar? Jack tirava fotos de alguns dos bruxos e feiticeiros aos que vigiava. Mira o abriu e inalou um suspiro. Todas eram dela, reproduções tiradas quando ia ao trabalho, ou estava de retorno a casa. Ele virtualmente devia ter sido sua sombra por umas boas duas semanas.

Havia dito que a tinha estado vigiando, mas tirando fotos? Isso era algo horripilante. Mas à medida que passavam as fotos, ia tomando um tom pessoal.

Mira se deteve em uma, que a mostrava a ponto de entrar em seu automóvel. Tinha apertado seu casaco contra seu corpo protegendo-se contra o frio do dia, o sol brilhante e frio resplandecia sobre sua cabeça. Seu carro estava no meio da imperfeitamente povoada rua frente ao restaurante.

A rua tinha sido fotografada, assim parecia que se estendia para o infinito. Ele tinha estado no restaurante cheio de gente com ela, sentado em um canto, a julgar pelo ângulo da foto. O lugar tinha estado cheio, mas ela tinha estado sozinha em sua cabine, olhando pela janela.

Ele a tinha enfocado, rabiscando as pessoas que havia a seu redor. Seu reflexo na janela aparecia difuso. As primeiras imagens eram do negócio, mas aproximando-se do final, Jack a tinha usado como um objeto para sua arte. Ele parecia capturar coisas dela que ninguém mais via. Sentimentos e emoções que nunca tinha compartilhado com ninguém. Ele tinha capturado seus momentos íntimos, sem sequer ter falado com ela. Voltou-se, apagou a luz, e fechou a porta.

Entendia por que em principio ele tinha começado a tirar as fotos. Deveria sentir-se espantada, desde que a estava seguido, tirando fotos dela como um perseguidor. Tinha suficiente para lutar com todo o. Sem mencionar que teria que admitir que tivesse forçado a fechadura de uma sala fechada a chave. Em uma prateleira mais baixa, divisou uma cópia forrada em couro de Frankenstein da Mary Shelley. Pegou, derrubando uma caixinha de madeira no processo.

Era um anel de homem, pesado e bem trabalhado artesanalmente. Uma C marcava a superfície com uma letra elaborada, e símbolos ocultos rodeavam as bordas. Uma C do que? Do Aquelarre10, talvez? Talvez fosse algum misterioso e engenhoso anel decodificado que eventualmente ela também receberia. Depositou o anel de volta à caixa, e a devolveu à prateleira.

Prendeu-a por um tempo, até que o cansaço a dominou. Cabeceando, deixou o livro a um lado, e se deitou para tomar uma sesta, com sua cabeça em um dos sofisticadas travesseiros. O ruído da porta abrindo a despertou. Olhou para Jack sonolentamente, enquanto ele deixava cair umas sacolas de lojas na mesinha do café que estava frente a ela. Nem sequer a olhava nos olhos. A lembrança de seu calor, o sentimento de seu corpo apertado a ela toda à tarde. Um ambíguo, e meloso calor se filtravam entre suas coxas quando pensava na boca de Jack sobre a sua.

Isso eclipsava tudo, inclusive encontrar essas íntimas fotos que tinha tirado às escondidas. Sentou-se e olhou atentamente dentro das sacolas, vendo tecidos envoltos em papel, e um matagal de etiquetas de vendas. Isto deve ter custado uma fortuna. Só sugeri que fosse a meu apartamento e pegasse algumas de minhas coisas.

O que comprou? Consciente de si mesma, passou seus dedos entre seu cabelo emaranhado pela sesta, recordando que estava usando as roupas dele e provavelmente parecia ridícula. A lembrança do beijo parecia aparecer nos olhos de Jack. Mira viu um brilho de calor sexual ali, a necessidade tranquilamente descoberta, antes que ele afastasse o olhar. Seu sabonete, seu xampu, alguma roupa que possivelmente te caiba melhor, roupa íntima nova.

Comprei outras coisas que pensei apreciaria também, perfume. Isso era terrivelmente considerado. Como tinha ocorrido? Mira elevou as sobrancelhas. Procurou dentro das bolsas, tirou uma sexy tanga negra e a deixou pendurar de seu dedo indicador. Mira o olhou com uma sobrancelha elevada. Por que Jack comprando sua lingerie, viase mais íntimo que o ter rebuscando em sua gaveta de roupa intima? Ele clareou garganta e se moveu incomodamente.

Comprei diferentes estilos. Embora, pensando bem Como disse, o Aquelarre concordou cobrir seus gastos com o intuito de te manter longe do Crane. Mira sentiu como se ruborizava. Ele se voltou. A mente de Mira se revolveu por um segundo. Sua pergunta tinha sido pela magia. Somente a magia. Unicamente a magia. Isso tinha sentido. Punha tudo em seu lugar. Jack deu um passo para frente, agarrou a roupa intima, e a usou para empurrar a Mira contra ele. Por pouco se explodia contra seu peito.

De repente se encontrou envolta em toda essa sedutora e embriagadora masculinidade. O estômago de Mira caiu até seus pés.

O olhar de Jack centrou-se completamente em sua boca. Sua voz desceu em volume. Quero fazer coisas com você que o bobo de seu ex nunca teria sonhado fazer.

Isso é o que acontece quando o ar e o fogo se juntam. Pode senti-lo? Era como se ele tratasse por todos os meios de manter-se afastado dela. É como se tivesse palha seca empilhada dentro de você, esperando por uma faísca. Muito tarde para retroceder. Bem tinha muito trabalho para me provocar um orgasmo. Dizia que era minha culpa. Que era incapaz de obtê-lo durante o ato. Jack rilhou os dentes. Isso foi o que ele te disse? Seus dedos se enredaram no cabelo de Mira, e sua língua se uniu com a dela, em um movimento possessivo que a fez choramingar.

No dia anterior, no restaurante, quando tinha fantasiado beijando Jack, soube que seria endemoniadamente sexy.

Sem engano, a ternura que o demonstrou foi uma surpresa. Fez amor suave e facilmente a sua boca, fazendo que seu corpo respondesse como se na verdade estivesse fazendo amor. Mira deslizou seus braços ao redor dele, beijando-o, lançando sua língua dentro de sua boca com abandono. Aí a abandonou, imobilizando-a com seu enorme corpo. Sua magia se desencadeou vagamente dentro dela, procurando a de Jack.

Deixou-a ir, deixou-a liberar-se por acaso só em busca da dele, enroscando-se, e dançando e fundindo-se uma com a outra. Intensificou-se o prazer que sentia ao estar em seus braços, e Mira se deixou levar com um pequeno suspiro. Mira queria isso, queria mais que tudo nesse instante que a tocasse. Era somente a magia o que fazia que o desejasse? Ele se deteve abruptamente e se afastou do beijo. Voltando a cabeça a um lado, fechou os olhos e amaldiçoou em um ofego.

O que aconteceu? Mira ofegou na boca de Jack, e estremeceu abruptamente diante a surpresa do contato íntimo. Só um pouco. O feitiço que tinha entristecido sobre ela e a forma em que seu corpo tinha respondido diante de seu beijo, seu toque… Estava excitadíssima. Jack provavelmente sabia.

Ela definitivamente sabia. Mira assentiu, respirando com força. Quero mais de você. Perguntou se tudo era algum tipo de sonho descontrolado. Mira suspirou, e ele inclinou sua boca sobre a dela, apanhando o som com sua língua. Este despertou diante dos cuidados de Jack, crescendo com tanta sensibilidade, que cada toque enviava uma onda de prazer através de seu corpo. Jack o usou para inclinar a cabeça de Mira, descobrindo sua garganta em todo seu esplendor diante dele.

Tocou-a com paciência, esfregando seus clitóris uma e outra vez, até que a guiou para as bordas de um poderoso clímax. Jack pressionou o dedo do meio contra sua abertura, abrindo uma brecha, e deslizando-se dentro. Tinha passado um comprido tempo desde que um homem a tocasse aí. Jack estremeceu contra ela, tirando o dedo e depois voltando a colocar. Sua nata, pronta para ele, e seu dedo saía e entrava com facilidade.

Como a seda. Seda e mel. Jack percorreu com a ponta de sua língua debaixo do lóbulo de sua orelha até onde seu pescoço se unia com seu ombro. Jack a mordeu brandamente, no lugar exato onde seu pescoço se unia com o ombro. Estremeceu e cravou seus dedos no antebraço dele para manter o balanço de suas pernas trêmulas. As primeiras ondas de um orgasmo invadiram seu corpo, incrementando-se com força enquanto Jack empurrava dentro dela.

O prazer que Mira sentiu se intensificou, explodiu, irrompeu através de seu corpo. Empurrou brandamente até que ela se acalmou e as ondas de seu poderoso clímax se foram. Com paciência e carinho. Ela assentiu, seu corpo tremendo. Compreende isso. Jack a deixou e caminhou para seu quarto fechando a porta. Seu corpo ainda estremecia diante da consciência dele. Seu sexo vibrava com a memória do contato dele. Seu sabor jazia em sua língua ainda e a crueldade de suas palavras ainda ressoava em seus ouvidos.

Geralmente observava a Jack passear pela sala. O homem tinha estado ruminando a uma obra de arte. O que tinha acontecido entre eles, depois de que ele retornasse das compras, permanecia como um elefante na sala.

Estava aí. Era enorme. Mas ambos o estavam ignorando. As refeições, embora deliciosas como evidenciavam um ou dois quilos que tinha ganhado eram especialmente incômodas. Era incômodo para ela também. Ele a havia tocado da forma correta. Com Ben sempre tinha sido sobre ele. Tinha estado temerosa de tocar a si mesma durante o sexo, temendo ofendê-lo. Desejava ter visto isso quando o conheceu pela primeira vez. Lançou o livro sobre a mesa, e observou Jack que estava parado frente à parede das janelas que davam ao centro de Minneapolis, fechando e abrindo ociosamente um grosso acendedor prateado.

Mira deixou percorrer seu olhar sobre seu largo e alto corpo. Tinha que admitir que ele a fazia sentir segura, apesar de que o que sabia dele deveria tê-la feito sentir de qualquer forma menos tranquila. E ela o desejava com uma ânsia muito profunda até impregnar os ossos, como nunca antes tinha sentido por nenhum outro homem.

Ainda assim, aí estava cobiçando um homem que no melhor dos casos parecia conflituoso. E perigoso, no pior. Precisava tomar o controle sobre si mesma. Jack parecia dirigi-lo mais efetivamente que ela, em sua forma estoica e ruminante. Isso era algo bom, recordou-se. Ele resmungou algo entre dentes por resposta.

Jack piscou. Ela tirou o cabelo dos olhos e olhou para baixo. Sabemos que foi bem planejado e bem executado. É muito difícil aproximar-se sigilosamente de bruxos do ar, e Crane arrumou para sequestrar a dois de uma vez. Jack sustentou o olhar. Provavelmente foi Crane.

Jack afastou o olhar, para a janela. Isso tirou a sua vontade de viver, assim estava muito dócil quando chegou a vez dela no dia seguinte. Mas Mira era só um bebê quando isso aconteceu. Ambos estavam juntos, perto, aparentemente muito perto para o agrado de Jack.

Olharamse um ao outro por um momento antes que ele se movesse para sentar-se. Hoskins é um sobrenome muito respeitado. É uma das principais razões pelas que ocultaram seu nascimento. Todos queriam que eles tivessem filhos, porque os filhos de dois bruxos do mesmo elemento sempre herdam esse elemento.

Ela deixou que aquilo se assentasse em sua mente. Teria sido por isso que eles tinham ocultado tudo aquilo? O perigo de ser uma estranha espécie de bruxa? Teriam tentado simplesmente protegê-la do Duskoff? Pelo tempo em que se voltou um feiticeiro, estava casado com uma mulher que exercia uma influência positiva em sua vida. Uma vez que Crane provou o lado escuro, a influência terminou. Crane tomou o caminho dos traidores por avareza. Jack fez uma careta. Ele criou muito dos círculos demoníacos e controlou as criaturas que apareceram.

A magia em um círculo demoníaco — os quatro elementos se misturam- cria um equilíbrio nas diferenças dessas vibrações e faz uma abertura pela que chamam um demônio. Agora me dói a cabeça. Para que os utiliza Duskoff? É muito sinistro.

Duskoff utiliza os demônios para influenciar eleições, assassinar pessoas, melhorar a rentabilidade de uma empresa. Transformou-se ela também em feiticeira? Algo revoou nos olhos do Jack.

Ele trocou o olhar. Seus olhos sempre se escureciam cada vez que falava de Crane ou de Duskoff. Teria se revelado contra Crane e tinha saído ferido de alguma forma? Haveria Crane machucado a alguém que ele queria? Aquilo foi rude. Ele fez uma careta. Se te tocar um. O relógio na cômoda de Jack marcava AM. A luz da lua se infiltrava através da janela sem cortinas, alagando o piso de madeira. Ela olhou por um momento. Cuidadosamente, saiu da cama e agarrou um par de jeans, meias, sapatos e um suéter.

O piso rangeu quando se dirigia à porta, e ela se congelou no lugar olhando para a cama.

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Empurrou a colcha para o final da cama, a pesar do frio no quarto. O corpo de Mira se contraiu com a vista do dele. O pensamento de onde se detinha esse atalho fez que um profundo rubor sobreviesse a seu corpo. Quanto tempo ele resistiria, se ela se arrastasse para ele e ocupasse sua mente e seu corpo em seduzi-lo? Mira nunca tinha seduzido a ninguém em sua vida, mas Jack a tentava a explorar novos horizontes.

Um sonoro ronco alcançou seus ouvidos. Rompeu o feitiço que a tinha balançando sobre seus calcanhares, quase pronta para voltar para a cama. Ela continuou. Nas pontas dos pés, dirigiu-se à cozinha para procurar uma oferenda. Normalmente, usava vinho vermelho, mas a adega de Jack estava vazia. Quando era uma menina, sempre usava leite. Inclusive, algumas vezes tinha usado Kool-Aid11 de uva.

Inalou o frio e limpo ar, sentindo um sutil pulso quente em seu peito, por resposta. Mira abriu a porta de cristal fino da pequena estufa, acendeu as luzes, e entrou no edifício com temperatura regulada. Jack somente tinha umas tantas plantas. Vasos de barro vazios circulavam a sala. Fechou os olhos, desfrutando do pequeno sabor a vida em meio à crueldade do inverno. Voltou a apagar as luzes, para que a pequena sala fosse iluminada somente pela luz da Lua.

Tirou as luvas e o casaco, deixou-os em um banco de pedra, e tomou o copo de leite para dirigir-se para um vaso de barro cheio de terra que estava perto da porta. A sua direita, a Lua cheia pendia no céu, prateada e avultada, visível através da parede de cristal da estufa. Normalmente, ela faria isto fora, sem importar a temperatura, mas necessitava terra, e isso era difícil de conseguir no teto de um luxuoso edifício de apartamentos do centro. Abriu os olhos e tomou o copo. A porta da estufa se abriu, alarmando-a.

Mira jogou o copo para o vaso de barro. As luzes se acenderam.

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Ela deixou escapar um comprido suspiro de alívio. Agarrou o metal da barra, sentindo o metal frio contra seus dedos. Essa é a deusa a que segue? Ela sacudiu a cabeça. É só um ritual para mostrar respeito aos poderes maiores que à terra e eu.

Ele caminhou para ela, e ela se voltou para ele. Ela nunca tinha tido nem ideia de que os bigodes de leite fossem sexys. Tenho alarmes instalados em todas as entradas. Imaginei que desfrutaria da estufa. Me esqueci de mostrar isso, mas vejo que o encontrou por si mesma. Em seguida estaria de volta. Ele procurou em um bolso e tirou uma chave. Mira sacudiu a cabeça. É meu lugar preferido ali. Ela se moveu nervosamente e olhou para outra parte.

Tudo o que queria era um pouco de normalidade em sua vida, um pouquinho de estabilidade. Era pedir muito? Sua vida na verdade tinha tomado um giro entristecedor e estranho. Só perdi o de dar e receber duas vezes em minha vida. Como foi que perdeu isso? Ela colocou o casaco de Jack, tomou as luvas, e o seguiu até o apartamento escada abaixo.

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Ele com facilidade tirou o casaco dos ombros quando chegaram à sala. Mira caminhou até a cozinha e retornou, sentindo-se desconjurada porque sua rotina tinha sido interrompida. Fiz o mesmo por tanto tempo. Ele se sorriu. Apesar das arestas de desconforto que havia entre eles, o estar em seu apartamento era bom. Ela o olhou com surpresa.

Pensei que você gostaria de sabê-lo. Sinto se te despachei com a resposta faz um momento. Ela se suicidou. Seu filho foi viver com sua tia quando tinha dez anos, e Crane adotou a outro menino com qualidades que ele pudesse trocar e moldar. Além do filho biológico do Crane. O homem era rico, arrumado, e sempre parecia ter a uma estrela de cinema em seu braço.

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A história de Stefan Faucheux era famosa porque era um obrigado trapo sujo dos ricos. Anderson Crane cruzou com ele e o tinha adotado. Anderson Crane… William Crane. Kit Tunstall — Linhagem de Sangue 02 — Desafio de Fale sobre o que você achou do livro, do blog, deixe suas opiniões. Subscreva a nossa newsletter semanal e fique a par de todas as nossas novidades e promoções. Arquivos 43 jul 2 mar 4 fev 1 jan 36 35 nov 24 out 11 37 ago 15 mar 7 fev 10 jan 5 nov 4 out 5 set 29 ago 5 jul 8 jun 26 mai 10 abr 13 mar 28 fev 11 jan 44 dez 20 nov 27 out 67 ago 11 libros 16 jun 22 mai 43 abr 61 mar 33 fev 27 jan 19 dez 24 nov 24 out livrks set 45 ago 22 jul 26 jun 32 mai 20 abr 28 mar 26 fev 31 jan 37 dez 22 nov 18 out 34 set 21 ago 40 jul 10 jun 13 Kristi Gold — Lembranças de uma noite Ally Condie — Matched 01 -Destino Cooper Mckenzie — Seduzindo Jayne — Amor Reenc Este valor corresponde ao preço de venda em wook.

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